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Hoje, 7 de outubro de 2025, marca o segundo aniversário de um dia que ficará para sempre gravado na memória coletiva como um capítulo de horror e dor. Há dois anos, uma festa com centenas de jovens foi brutalmente atacada por terroristas fortemente armados. Dezenas de homens e mulheres, a maioria com menos de 30 anos, foram assassinados em atos de barbárie que desafiam a compreensão.
Famílias inteiras foram despertadas em meio ao terror, para serem cruelmente mortas a tiros, decapitadas e até mesmo incendiadas. Crianças, bebês, mulheres grávidas e idosos – civis inocentes – foram vítimas dessa violência implacável.
Além da carnificina, aproximadamente 250 pessoas foram sequestradas. Destas, 48 permanecem em cativeiro, suportando frio, fome e o desespero da separação de suas famílias. Reféns libertados, em acordos que forçaram Israel a libertar centenas de criminosos, relataram condições de cativeiro desumanas em túneis e casas em Gaza.
Em resposta a este ataque brutal, Israel, em seu legítimo direito de defesa, iniciou uma guerra. Como todas as guerras, esta tem ceifado vidas indiscriminadamente, apesar dos avisos prévios sobre os bombardeios.
Nestes dois anos, judeus em todo o mundo têm testemunhado a distorção da história e o crescimento exponencial do antissemitismo. Em um mundo assolado por conflitos na Ucrânia, Sudão, Síria e outros lugares, é notável a desproporcionalidade das manifestações direcionadas contra Israel e contra judeus.
Para muitos judeus, como aqueles com ancestrais que não sobreviveram à Segunda Guerra Mundial e que vivenciaram as dificuldades de uma família de refugiados da Polônia, este momento reacende memórias dolorosas de perseguição. A constatação do ódio persistente contra o povo judeu, que encontrou em Israel um lar para sobreviventes do Holocausto (alguns dos quais morreram no ataque do Hamas), é profundamente perturbadora. A sensação de viver sob ataque constante e de ser rejeitado, especialmente por setores da esquerda que exploram a guerra em Gaza para inflamar o antissemitismo e colocar judeus e suas instituições em risco, é angustiante.
A história parece se repetir. Desde os tempos de Jesus, políticos inescrupulosos têm usado mentiras e narrativas distorcidas para transformar culpados em inocentes. No entanto, os judeus, uma minoria global, permanecem mais unidos do que nunca, continuando a contribuir para o mundo através de suas realizações e de sua busca por iluminar o mundo.
Que os reféns retornem para casa em segurança. Que a verdade prevaleça e seja disseminada por aqueles que são sábios e justos.
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