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Cogitada entre os possíveis vices para Flávio Bolsonaro, a senadora Tereza Cristina tem enfrentado resistência nos bastidores do bolsonarismo.
liados de Eduardo Bolsonaro, por exemplo, têm lembrado a viagem de Tereza ao lado de outros senadores aos Estados Unidos, em julho de 2025, para tentar reabrir o diálogo com o governo Donald Trump diante do tarifaço. O movimento foi criticado abertamente por Eduardo. O apoio do Centrão à senadora também é visto com desconfiança. Mas não são só esses fatores os citados por quem torce o nariz a Tereza.
Bolsonaristas mais críticos também lembram que ela foi filiada ao Partido Socialista Brasileiro (PSB) e liderou a bancada do partido na Câmara — condição que, por si só, para esses políticos mais ideológicos, deveria vetá-la automaticamente possível companheira de chapa do filho de Jair Bolsonaro.
Tereza Cristina foi filiada às fileiras socialistas entre 2013 e 2017. Foi pelo PSB que ela se elegeu deputada federal pela primeira vez, em 2014. A saída de Tereza do PSB rumo ao DEM foi conturbada, em meio a manifestações de apoio dela ao então presidente, Michel Temer, em votações na Câmara.
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