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A coisa não tá boa pra ninguém, muito menos para os profissionais do sistema CONFEA/CREA. O problema é que já se passaram mais da metade do tempo do mandato do presidente do CREA/RJ, Miguel Fernandes e até agora pouco se mostrou de resultado positivo para classe de Engenharia.
O moço em campanha jogou a proposta ilusionista da "Anuidade Zero", e o que o pessoal herdou foi a cobrança imediata das multas e taxas para não ser seu nome na dívida ativa.
O jovem rapaz, vive aqui e ali com marcação de agenda com o deputados e outros políticos e não apresentou nada que melhorasse a vida dos profissionais. O que o presidente Miguel fez, foi assinar apoio ao Projeto de Lei 1.024/2020, intitulado "PL DO MAL"
Não sabemos qual o grande interesse do presidente Miguel apoiar o "PL do Mal", o que podemos destacar do texto é:
1 - Existe ART que amplia o mandato de 03 para 04 anos, permitindo facilitar a vida daqueles que querem ser candidatos à deputado,...
2 - Em outro ART, sobre os engenheiros estrangeiros, também não define parâmetros na lei e a decisão fica por conta do Conselho Federal e Regional,...
3 - O Conselho Federal e Regional poderão fazer (indicar) trabalho dos engenheiros: Perícia, Laudo, Relatório,...
4 - Como se não bastasse toda essa incoerência, ainda fixa no "PL do MAL", o pagamento de plano de saúde dos conselheiros federais e regionais e pra massacrar os profissionais ainda permitem incluir o nome dos inadimplentes na dívida ativa.
Cansado de esperar, o Engenheiro Renato Castro, com muita fé que o CREA/RJ do presidente Miguel Fernandes ainda pode melhorar, aproveitou pra pagar promessa antecipada subindo de joelho as escadarias da Igreja da Penha e postou nas redes sociais seu desabafo:
"O CREARJ, na sua atual gestão destaca-se pela ineficiência, irresponsabilidade e incompetência, que resulta em grandes prejuízos aos profissionais, que são verdadeiramente os que pagam a conta".
"Recentemente, realizou o megaevento do CREAQUI, que circula pelos bastidores que foi gasto mais de R$ 2,5 milhões".
"O evento teve shows, incluindo o da banda Blitz, sob o pretexto de resgatar e valorizar a Engenharia Fluminense no seu 91º Aniversário, e ainda com todo esse atrativo, houve um resultado inesperado com o fracasso de público, ou seja, como em todas as ações, Retorno Zero para os profissionais"
"O CREA/RJ, não tem até hoje um sistema de informática robusto que possa dar respostas aos profissionais em prazos curtos e processos que se arrastam por anos que dificulta muito os profissionais de exercerem suas atividades".
"Agora, como se não bastasse os vários problemas, o atual presidente da Autarquia, em cada plenária ensaia vender o prédio da Sede, localizado na Rua Buenos Aires, área nobre do centro do Rio de Janeiro".
"A proposta do presidente é transfer o Conselho de Classe para Edifício na área do Porto Maravilha, onde a infraestrutura é precária, não possuindo agências bancárias, restaurantes, drogarias etc".
"Lembrando da passagem na história em que tive oportunidade de ser Diretor Financeiro, o grande investimento realizado em 1998, na compra da Sede atual por exatamente R$3,5 milhões, com grandes dificuldades no momento vivido, pois, a administração da época herdara uma dívida da anterior de R$4,5 milhões e hoje com uma Sede avaliada em R$150 milhões, a autarquia encontra-se sadia e sem dívidas, é inexplicável os motivos pelos quais levaram a atual administração a tomarem essa atitude nefasta".
Finalizando, para o desespero de uns e fé de outros, um dia o CREA/RJ, vai melhorar! Será? Quando?
@fernandoannibolete (Reg. MTE: 44.752/RJ)
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