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Tem coisa que muda a cidade sem fazer barulho. Em 2025, os planos inclinados do Rio provaram isso: mais de 600 mil passageiros usaram o serviço ao longo do ano. É gente indo e vindo todo dia, encurtando caminho, economizando tempo e fôlego nas ladeiras que fazem parte da alma carioca.
Esse sobe e desce virou rotina para trabalhadores, estudantes, idosos, famílias inteiras. Não é luxo, é mobilidade funcionando onde antes só tinha dificuldade. Comunidades mais conectadas, acessos facilitados e um serviço que entrou de vez no cotidiano de quem mora e circula por essas regiões.
Mas tem um detalhe que faz diferença — e muita. Desde que Rafael Thompson assumiu a Superintendência da RioLuz, a cidade mudou de tom. O Rio passou a ter iluminação de verdade, daquelas que trazem segurança, valorizam os espaços e devolvem a sensação de cidade viva à noite. Não é só lâmpada acesa: é planejamento, manutenção e presença.
Em 2025, isso ficou claro também nos bastidores. Organização da operação, manutenção em dia e gestão mais afinada garantiram um serviço mais seguro e ainda ajudaram a economizar recursos públicos. Quando a luz acende e o equipamento funciona, o resultado aparece na ponta.
Os planos inclinados, somados a uma política de iluminação mais eficiente, mostram que a cidade pode — sim — funcionar melhor quando há comando, visão e cuidado com o detalhe. Iluminar caminhos e facilitar trajetos parece simples, mas muda a vida de quem está ali todos os dias.
No fim das contas, o balanço é positivo: menos escuridão, mais mobilidade e uma cidade que aprende a subir, descer e brilhar melhor. Se 2025 foi assim, o Rio já mostrou que sabe o caminho quando a gestão acerta a mão.
Fonte: ASCOM/RIOLUZ
Por: Arinos Monge.
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