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Diretamente do Campo Olímpico de Golfe da Barra da Tijuca, a sétima edição do Aberto do Campo Olímpico by IFS reúne neste fim de semana aproximadamente 100 jogadores vindos de diversas partes do país, consolidando sua posição como um dos eventos mais aguardados do calendário amador. Tradicional entre os golfistas, o torneio reforça o compromisso do clube com a excelência e a integridade do esporte, seguindo as rígidas normas do R & A Rules of St. Andrews, que garantem a padronização e a justiça no jogo globalmente, complementadas pelo Hard Card específico do torneio e pelo Código de Conduta da CBGGolfe, que asseguram o espírito esportivo e a ética entre os competidores.

O campeonato, que integra o calendário oficial dos rankings estadual, nacional e mundial, consolidando-se como o principal evento amador da modalidade no Rio de Janeiro, oferece pontos valiosos para os atletas que buscam progredir em suas carreiras. “Este torneio traduz o legado dos Jogos Olímpicos de 2016, transformando a infraestrutura de ponta em um polo de desenvolvimento contínuo para o golfe, e se tornou uma referência inquestionável no país. Apenas uma edição foi suspensa, em 2020, devido à pandemia de COVID-19, mas retomamos com força total desde então”, comenta Carlos Favoreto, presidente do Campo Olímpico, em entrevista exclusiva.

A estrutura exemplar do campo segue sendo motivo de elogios constantes entre os participantes, tanto amadores quanto profissionais.
“O trabalho de manutenção é constante e meticuloso. É um processo complexo que envolve equipes especializadas em greenskeeping, sistemas de irrigação de alta tecnologia e manejo ambiental, garantindo que cada fairway, green e bunker esteja em condições de campeonato. Recentemente, sediamos um dos maiores torneios profissionais da América, o PGA Tour Américas, que é o terceiro maior circuito profissional do mundo.
Agora, estamos prontos para receber os amadores, sempre com a mesma excelência e o mesmo padrão de cuidado que atraem os grandes nomes do golfe internacional”, afirma Favoreto. Ele reforça a diferença entre profissionais e amadores: “O campo é o mesmo, o cuidado também.
A diferença é que o profissional vive do golfe, dedicando-se integralmente, enquanto o amador equilibra a paixão pelo esporte com outras profissões e compromissos, mas ambos merecem o mesmo campo de qualidade superior.”

Favoreto ainda relembra o desafio hercúleo de transformar o campo em uma referência no pós-Olimpíada. “Assumimos a concessão em 2017, logo após um período de quase abandono, onde a falta de manutenção e investimentos ameaçava a própria existência do legado.
Enfrentamos desafios significativos para revitalizar a infraestrutura e a operação. Hoje, podemos dizer sem falsa modéstia que este é um dos poucos, senão o único, legado esportivo de 2016 plenamente ativo e vibrante, servindo à comunidade e ao esporte de forma contínua.
A estrutura está pronta para receber grandes disputas, inclusive no segundo semestre, com o prestigiado torneio sênior pan-americano, que atrairá atletas experientes de todo o continente.”
Por fim, o presidente fez questão de agradecer à imprensa pela parceria e destacou o orgulho de manter viva a chama do legado olímpico, que vai além das competições, promovendo a inclusão e o desenvolvimento do golfe no Brasil.

“É sempre um prazer receber vocês, da Última Hora e do Jornal da República, prestigiando o nosso trabalho e a tradição do golfe nacional, que se fortalece a cada evento realizado aqui”, disse, emocionado.

Por Robson Talber @robsontalber
Repórter Débora Barbosa @chefdeborabarbosa e Léo Mamone
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