Receita extra para governo Castro, Estado define preço de terreno do Leblon: R$ 275 milhões que podem virar dor de cabeça na Alerj

Cláudio Castro mira R$ 1,5 bilhão com leilões e terreno do Leblon é a estrela

Receita extra para governo Castro, Estado define preço de terreno do Leblon: R$ 275 milhões que podem virar dor de cabeça na Alerj

Antigo batalhão da PM pode se tornar o negócio imobiliário mais caro da Zona Sul, mas ainda precisa passar pela ALERJ

Gente, vocês já ouviram falar que "dinheiro não traz felicidade, mas compra um terreno no Leblon"? Pois é, o Estado do Rio acabou de colocar preço em um dos últimos pedacinhos do paraíso carioca: R$ 275 milhões pelo terreno de 35 mil metros quadrados do antigo 23º Batalhão de Polícia Militar. E olha, pelo jeito que as coisas andam por aí, essa pode ser uma das últimas oportunidades de comprar um "quintalzinho" na Zona Sul – claro, se você tiver uns trocados sobrando no cofre.

O governador Cláudio Castro mandou o projeto para a Assembleia Legislativa (ALERJ) como parte de um pacotão que promete arrecadar até R$ 1,5 bilhão. Como diz o ditado: "quem não tem cão, caça com gato" – e pelo visto, o Estado está caçando receita com tudo que tem pela frente.

Quando o metro quadrado vale mais que ouro

Para vocês terem uma ideia do valor da coisa, o metro quadrado no Leblon está girando em torno de R$ 22 mil – o mais caro do Rio e um dos mais disputados do Brasil. É como aquela história: "casa boa, todo mundo quer; casa no Leblon, só quem pode paga". A área fica a apenas 500 metros da praia, pertinho do Cobal e da Gávea, onde os lançamentos de alto padrão estão pipocando como cogumelo depois da chuva.

Mas calma aí, que a coisa não é tão simples assim. Como todo bom negócio carioca, tem suas complicações: disputas por posse, mudanças no plano diretor municipal e o fato de que grandes empreendimentos ainda não são permitidos na área. É como diz o povo: "não é só chegar e plantar batata" – ou neste caso, não é só chegar e construir um arranha-céu.

O último suspiro da Zona Sul

Esse terreno é considerado um dos últimos espaços públicos disponíveis na Zona Sul. É praticamente como encontrar uma vaga de estacionamento na praia em pleno verão – raro, valioso e todo mundo quer. A região tem se valorizado nos últimos anos, aproveitando terrenos maiores e mais livres, numa corrida contra o tempo antes que tudo vire concreto.

A expectativa é que a venda aconteça no segundo semestre, mas ainda depende da autorização da ALERJ. E aí fica aquela pergunta no ar: será que os deputados vão liberar essa "joia da coroa" ou vão fazer aquela famosa dança das cadeiras políticas? Como bem diz o ditado: "entre a promessa e o cumprimento, há uma grande distância" – e no caso da política carioca, essa distância pode ser do tamanho do próprio terreno.

Se a venda realmente acontecer, pode se tornar uma das transações mais caras da Zona Sul nos próximos anos. E quem sabe, daqui a alguns anos, estaremos contando para os netos como era quando ainda existiam terrenos vazios no Leblon – tipo aquelas histórias de quando o Rio tinha bondinhos e a vida era mais simples.

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Por Ultima Hora em 22/08/2025
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