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O que começou com dois vereadores petistas votando contra um projeto do prefeito Eduardo Paes virou uma verdadeira guerra política no Rio de Janeiro, quando Washington Quaquá, vice-presidente nacional do PT, querendo dar uma de xerife nas redes sociais, foi para redes sociais lavar roupa suja.

Após repercussão da infeliz postagem de Quaquá, Pedro Paulo, presidente estadual do PSD, e aliados que precisam de mais espaço no governo para se reelegerem em 2026 defenderam o rompimento com os petistas após o episódio da postagem de Quaquá no caso do armamento da Guarda Municipal.
Como diria minha avó: "Quem semeia vento, colhe tempestade!" E foi exatamente o que aconteceu quando Quaquá decidiu colocar fogo no parquinho político carioca, ameaçando vereadores do PT e criando um fato político que agora pode custar caro ao partido do presidente Lula.

A resposta de Pedro Paulo não poderia ser mais clara: "Agora é hora de tirar as crianças da sala, riscar o chão". Uma mensagem direta de que a paciência do PSD com as travessuras políticas de dirigentes que querem expor parlamentares do PT, chegou ao fim. É como aquele momento em que o professor separa os alunos bagunceiros e coloca cada um em um canto da sala!
O deputado federal e presidente do PSD no Rio não economizou nas críticas, lembrando que Eduardo Paes construiu o único apoio sólido ao governo federal na região, mesmo com a baixa aprovação nacional de Lula. Como se diz no interior: "A gente planta flores e colhe espinhos!"
Enquanto isso, Quaquá tenta apagar o incêndio que ele mesmo ajudou a provocar. Em suas redes sociais, reconheceu que "Eduardo Paes tem razão em cobrar fidelidade da bancada de vereadores do PT", mas não perdeu a oportunidade de atacar Pedro Paulo, pedindo que ele "diminua sua arrogância". É o clássico caso do bombeiro piromaníaco!
A situação ficou tão tensa que a bancada do PSD na Câmara Municipal já planeja pressionar o prefeito a reduzir o espaço do PT na prefeitura, será que vão agora mandar o filho de Quaquá de volta para Maricá?. Os 16 vereadores (mais três suplentes em exercício) lembram que a federação PT-PV tem quatro secretarias de peso, enquanto parte da bancada não contemplada com cargos acertados por Quaquá e Paes, age como oposição. Como diria meu tio político: "Quem come do meu prato mas chuta minha canela, vai acabar jantando na rua!"
Esta crise expõe como um pequeno incidente pode se transformar em um terremoto político quando egos inflamados entram em cena. De um lado, Quaquá querendo mostrar força como vice-presidente nacional do PT. De outro, Pedro Paulo defendendo a coerência da base aliada. No meio disso tudo, Eduardo Paes tentando governar uma cidade com problemas reais para resolver.

Como diz o ditado popular: "Em briga de elefantes, quem sofre é a grama." E neste caso, quem pode sofrer são os cariocas, que dependem de uma governabilidade estável para ver seus problemas resolvidos.
Resta saber se esta crise será apenas mais um capítulo da novela política carioca ou se representará o fim de uma aliança que mal começou a dar frutos. Como diria minha avó política: "Casamento bom é aquele em que ninguém quer mandar mais que o outro!" Parece que PT e PSD ainda não aprenderam essa lição.
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