Caso Ramagem: Valdemar gastou R$ 26 milhões para ter um puxador de votos e ganhou um foragido internacional

O policial que prometeu tudo e entregou uma passagem só de ida

Caso Ramagem: Valdemar gastou R$ 26 milhões para ter um puxador de votos e ganhou um foragido internacional

lValdemar desabafa: 'Ramagem nos custou uma fortuna e fugiu como covarde'

Ramagem foge para os EUA e deixa bolsonarismo em frangalhos após investimento milionário fracassar, vocês não vão acreditar na história que tenho para contar hoje. Sabe aquela sensação quando você investe numa ação que parecia promissora e ela despenca mais rápido que minha audiência quando faço piada sobre política?

Pois é, Valdemar Costa Neto deve estar se sentindo exatamente assim. O presidente nacional do PL descobriu da pior forma possível que nem todo investimento político vale a pena - especialmente quando custa R$ 26 milhões e o "produto" decide fazer turismo nos Estados Unidos bem na hora do aperto.

A história começa com Alexandre Ramagem, um policial federal que parecia ser a resposta para todos os problemas do bolsonarismo. Como dizia minha avó: "Quem muito promete, pouco cumpre" - e Ramagem provou que ela estava certa. O PL apostou todas as fichas nele, investindo R$ 26 milhões apenas na campanha para prefeito do Rio de Janeiro. O resultado? Eduardo Paes ganhou de lavada e chegou ao quarto mandato, enquanto Ramagem amargou uma derrota que deve ter deixado Valdemar mais frustrado que eu quando descobri que meu programa não passaria no horário nobre. A matemática é simples: R$ 26 milhões investidos, zero votos conquistados para legenda em 2026, e um buraco no orçamento que nem mágica resolve.

Mas a coisa não parou por aí, porque como diz o ditado: "Desgraça pouca é bobagem". Ramagem era visto como o futuro "puxador de votos" do PL para as eleições da Câmara, aquele cara que ia alavancar outras candidaturas e transformar o partido numa máquina eleitoral.

Era como apostar que eu conseguiria apresentar um talk show sério - tecnicamente possível, mas praticamente impossível. O plano era perfeito no papel: Ramagem assumiria a CCJ da Câmara, viraria uma espécie de "cabeça pensante" do partido, e todo mundo viveria feliz para sempre. Só que a vida real não é um filme da Disney, e Ramagem decidiu que preferia conhecer a Disneylândia de verdade.

Quando a Polícia Federal começou a apertar o cerco por causa da participação dele na trama golpista, nosso herói mostrou sua verdadeira face. Em vez de ficar no Brasil e enfrentar as consequências como um homem, Ramagem pegou o primeiro voo para os Estados Unidos e virou foragido internacional.

A Mesa Diretora da Câmara cassou seu mandato mais rápido que eu mudo de piada quando vejo que não está funcionando, e agora o PL está órfão de sua grande esperança. É como se você comprasse um carro zero quilômetro e ele quebrasse antes de sair da concessionária - só que este carro custou R$ 26 milhões e ainda por cima fugiu do país.

O mais engraçado (ou trágico, dependendo do ponto de vista) é que Valdemar Costa Neto agora tem que explicar para os correligionários como um investimento de R$ 26 milhões se transformou em um vexame internacional.

Segundo fontes próximas ao dirigente, ele teria desabafado sobre o "prejuízo incalculável" de ver um policial federal ligado ao bolsonarismo se mandando para o exterior. É aquela situação em que você empresta dinheiro para um amigo que promete devolver na semana seguinte, e três meses depois descobre que ele está morando em outro país.

A diferença é que aqui foram R$ 26 milhões e a reputação de um partido inteiro que foram pelo ralo.

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Por Ultima Hora em 28/12/2025
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