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O Coletivo Alvorada, grupo de esquerda que realiza ações contra “todos os retrocessos políticos”, realizou, na manhã deste sábado (14), um ato simbólico para exigir um cessar-fogo imediato em Gaza. O grupo abriu, no monumento do Cristo Redentor, do Rio de Janeiro, uma faixa com os dizeres “Stop the genocide in Gaza” (“Parem o genocídio em Gaza, em tradução livre).
O grupo também cobra a entrada urgente de ajuda humanitária para a população palestina. “O genocídio em curso é inaceitável e os responsáveis devem ser responsabilizados”, escreveu o coletivo em publicação nas redes sociais.
‘Exigimos o cessar-fogo imediato em Gaza a entrada urgente de ajuda humanitária e a responsabilização dos culpados pelo genocídio”, completa.
Na publicação, o grupo reafirmou a solidariedade com o povo palestino e sua luta pela liberdade e dignidade. “É hora de agir e exigir um futuro livre para a Palestina”, diz.
Coletivo realizou outras ações em defesa do povo palestino
Recentemente, o coletivo também realizou outras ações em defesa do povo palestino e contra o genocídio promovido por Israel em Gaza. Nesta sexta-feira (13), o grupo foi responsável por uma projeção em um prédio de Belo Horizonte, em Minas Gerais, com a frase “Stop the genocide in Gaza”.

Grupo foi responsável por uma projeção em um prédio de Belo Horizonte, em Minas Gerais.
Na ação em Minas Gerais, o grupo também direcionou críticas ao prefeito de Belo Horizonte, A?lvaro Damia?o (União Brasil), que está em Israel. “( O prefeito) foi discutir segurança em um país que está massacrando todo o povo palestino, e criando uma tensão ainda pior em toda a região com os recém ataques ao Irã”, escreve o coletivo nas redes.
Álvaro e outros prefeitos estão em Israel sem conseguir retornar ao Brasil, após o contra-ataque do Irã contra o país em resposta a um bombardeio maciço israelenese.
Ataques israelenses em Gaza deixam 41 mortos, 23 esperavam distribuição de alimentos
Neste sábado (14), a Defesa Civil da Faixa de Gaza anunciou a morte de 41 pessoas em operações israelenses, 23 das quais, segundo a agência, morreram enquanto aguardavam a distribuição de ajuda alimentar.
“Houve 41 mártires devido aos bombardeios israelenses ininterruptos” na Faixa de Gaza, disse à AFP Mohamed al-Mughayir, um dos líderes desta organização de primeiros socorros.
O hospital Al Awda registrou oito mortos e cerca de 125 feridos após “várias bombas” terem sido lançadas por drones sobre grupos de pessoas perto de um ponto de distribuição próximo ao corredor Netzarim, que corta a Faixa de Gaza entre o norte e o centro, segundo a Defesa Civil.
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