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Iniciativa transforma o combate ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes em prioridade no calendário oficial da cidade
O mês de maio em Nova Iguaçu ganhou um significado ainda mais forte. Com a aprovação unânime do Projeto de Lei nº 1278/2025, de autoria do jovem vereador Douglas Nadaes, a cidade passa a integrar oficialmente a campanha “Maio Amarelo”, voltada à prevenção do abuso e da exploração sexual de crianças e adolescentes. Mas a proposta vai além: não se trata apenas de um mês, mas de um compromisso permanente com a proteção das novas gerações.
A iniciativa prevê ações educativas nas escolas municipais, atividades de conscientização para toda a população e mecanismos para despertar atenção da sociedade a sinais de violência, exploração e negligência. “Nosso objetivo é que a campanha aconteça durante o ano inteiro, porque proteger nossas crianças e adolescentes não pode ter prazo de validade”, afirma Nadaes, reforçando que o engajamento da comunidade é essencial.
A reação da população mostra que a iniciativa chegou no momento certo. Maria Clara, moradora do bairro Austin, relata sua preocupação com o futuro das crianças: “É muito importante que projetos como este existam. Muitas vezes, as crianças sofrem em silêncio e ninguém percebe. A campanha ajuda a abrir os olhos da comunidade e a ensinar como agir.”
Do bairro Morro Agudo, José Henrique também reconhece a relevância da medida: “Essa campanha não é só sobre informar, é sobre envolver a sociedade. Quando a comunidade se mobiliza, as crianças ficam mais seguras e percebemos que todos têm um papel nesse cuidado.”
A aprovação do projeto transforma o combate à exploração infantil em uma política visível e contínua, colocando Nova Iguaçu na vanguarda de iniciativas que unem educação, prevenção e consciência social. Mais do que números ou datas no calendário, a campanha “Maio Amarelo” simboliza o compromisso de todos com a vida e a dignidade de crianças e adolescentes, lembrando que cada ação faz diferença no futuro da cidade.
Fonte: ASCOM/CMNI.
por: Arinos Monge.
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