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De 19 a 22 de junho, o evento prestou sua 21ª homenagem à tradição, com mais de 30 shows gratuitos distribuídos em cinco palcos espalhados pela cidade — Concha Acústica (Praça São Pedro), Iriry (anfiteatro), Boca da Barra, Espaço Arthur Maia e a majestosa Cidade do Jazz em Costazul .
No encerramento, a terra vibrou com sonoridades que misturaram improvisos incendiários e diálogos de alma, que só o jazz e o blues são capazes de proporcionar.
Galeria de Talentos
O intercâmbio cultural deste ano trouxe magia:
Internacionais: José James, Alfredo Rodríguez, Mike?Stern (com lendas como Dennis Chambers e Bob Franceschini), Coco Montoya, Mitch?Woods, JJ Thames & Prado Brothers Band, OZMA (França) .
Nacionais: Amaro Freitas, Rosa?Marya?Colin, Banda Black Rio, Rodrigo Suricato, Josiel Konrad, Artur Menezes e outros talentos locais .
Houve ainda workshops e jams sensoriais, acendendo a chama do aprendizado e da troca entre artistas e público .
????? Impacto e Legado
O festival cumpriu seu papel de motor cultural e econômico. Com mais de 50?mil visitantes circulando entre os palcos , impulsionou a ocupação hoteleira, praticamente lotada, e ativou bares, restaurantes, transporte e comércio.
Dados oficiais apontam que a cada edição o festival injeta cerca de R$?8 a 9 milhões na economia local . Em 2024, por exemplo:
R$?8?milhões mobilizados nos 4 dias .
Ocupação hoteleira de 95%.
210 empregos gerados: 125 diretos e 85 temporários .
Público vindo do Rio, Baixada, Campos, Serrana, Niterói, São Gonçalo e até de São Paulo, Minas, Espírito Santo .
???? O Legado Sustentável
Depois do encerramento sob o céu de Costazul, fica o legado:
Consolidação de Rio das Ostras como “capital estadual do Jazz & Blues” desde 2011 ;
Documentário inédito “Da Areia da Praia à Cidade do Jazz” estreado no Teatro Joel Barcellos, reverberando histórias, memórias e estratégias para ampliar o alcance do festival ;
Intercâmbio artístico e cultural com Canadá e França, abrindo portas para conexões globais .
???? Reflexões Finais
O festival não foi apenas um evento. Foi laboratório emocional e ancestral, onde a música realizou a alquimia do encontro — entre extremos, entre pessoas, entre sonhos. E, no pós?evento, as ruas, as marés e os negócios permanecem pulsando.
Para o artista, para o gestor, para a cidade e para quem busca transformação, o Rio das Ostras Jazz & Blues 2025 foi mais que música: foi um portal de expansão — e um lembrete vibrante de que, quando a arte e a economia se abraçam, todo território renasce.
por: Leo Mamonni
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