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Geraldo Azevedo é um patrimônio brasileiro que chega aos oitenta anos esbanjando alegria, vivacidade e muita disposição.
Por conta dessa imensa vivacidade e popularidade, a celebração de seus oitenta anos já marca os oitenta e um.
Azevedo vem subindo por muitos palcos Brasil afora relembrando os clássicos de sua carreira, amigos de trajetória e recebendo outros para dividir o palco com entusiasmo e devoção como foi no Rio de Janeiro quando recebeu o amigo e admirador Paulinho Moska.
A comemoração contempla um disco ao vivo que reúne dez faixas que registram parte significativa desse momento especial da carreira, entremeado com canções que estão no espetáculo.
Há espaço para inéditas como "Arthur e Alice", e "Eu Vou Te Amar", essa já conhecida na voz de Elba Ramalho, mas com primeira gravação do próprio cantor.
Completam o repertório do álbum "Caravelas", "Só Porque", "Monami", "Talvez Seja Real", "Bicho de 7 Cabeças", "Lusitana do Norte", "Estou em Paz" e "O Sal da Terra".
No palco, o repertório se amplia e leva o público a vibrar com ele e a cantar e reviver canções que marcaram não só a carreira de Geraldo, mas são destaques da MPB.
A turnê segue com fôlego para outros Estados, dia 3 de junho chega a Brasília no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, dia 11 de julho, no Palácio das Artes, em Belo Horizonte; e 17 de julho, na Concha Acústica do Teatro Castro Alves, em Salvador.
Geraldo Azevedo é sem dúvida um cantor que sabe transitar por vários gêneros sem perder sua identidade e o fervor de suas composições.
Merece muitas oitentações e celebrações.
Por Rogeria Gomes
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