Israel se dá mal no ataque ao Irã, que mostrou sua 'mão pesada'

Operação militar revela fragilidade estratégica e provoca reação intensa internacional

Israel se dá mal no ataque ao Irã, que mostrou sua 'mão pesada'

No último ataque ao Irã, Israel e Estados Unidos enfrentaram consequências inesperadas. A ofensiva, apoiada por Washington com o envio de mísseis guiados a laser Hellfire, gerou um pesado contra-ataque iraniano que colocou em xeque a superioridade bélica de Tel Aviv e seus aliados.

Segundo o portal Middle East Eye, os EUA enviaram cerca de 300 mísseis ar-ar avançados a Israel em março, sugerindo um alinhamento tático para a operação. No entanto, o desenrolar dos eventos mostrou um cenário diferente do esperado: o Irã demonstrou uma capacidade de resposta ágil e poderosa, derrubando diversos caças F-35 e neutralizando parte da ofensiva israelense.

O Irã resiste e expõe fraquezas inimigas

A retaliação iraniana surpreendeu o mundo também ao evitar ataques a instalações nucleares que já obtinham dados de sua localização conforme documentos publicados, respeitando a Convenção de Genebra. Em contraste, Israel foi acusado de atingir áreas do tipo e civis, como residenciais e o Hospital Infantil de Teerã, levantando preocupações sobre escaladas futuras no conflito. 

O impacto estratégico também foi expressivo. O ataque reforçou a união interna da população iraniana e consolidou alianças regionais islâmicas. Além disso, os sistemas de defesa antiaérea russos, que haviam sido alvo de um ciberataque, recuperaram-se rapidamente e operaram com eficácia, destacando sua relevância no cenário militar global.

A maior vencedora disso tudo foi a Rússia, que continua avançar ainda mais em território Ucraniano devido a perda do foco internacional sobre este conflito, para o choro dos que comandam a União Europeia, cada vez mais enfraquecida pelas suas equivocadas decisões submissas de seus líderes a grupos econômicos ocidentais.

Repercussão nos Estados Unidos

Dentro dos EUA, o apoio público às ações israelenses mostrou-se menos expressivo do que se imaginava. Uma pesquisa divulgada pela Fox News revelou que apenas 45% dos americanos apoiariam um ataque aéreo direcionado contra instalações nucleares iranianas, enquanto 37% se opõem e 18% permanecem indecisos.

Os números indicam uma divisão no posicionamento da sociedade sobre o envolvimento militar americano. Pesquisas anteriores recentes publicadas diziam que ultrapassava 73% o apoio. Ou seja, ou não foram bem aplicadas ou tal ação fez com que milhares repensassem após os ataques.

Ao mesmo tempo, a política interna dos EUA se vê em grande turbulência. Protestos contra a administração Trump se intensificam nas ruas levando a colapsos, e analistas como Tucker Carlson criticam duramente o governo, afirmando que a guerra no Oriente Médio beneficia grupos corporativos em detrimento da paz e do próprio povo americano.

Carlson alertou que esses ataques levarão Teerã a acelerar seu programa nuclear, assim como aconteceu com a Coreia do Norte após as ameaças americanas. Afirmou também sobre uma América cada vez mais isolada: “Não somos mais vistos como portadores da paz, mas como intervencionistas obcecados com o controle global". "Israel ataca, Trump aprova, o Irã se arma e o mundo está mais perto do abismo", também declarou.

Republicanos e democratas fazem o mesmo que o comando de Israel, dentro dos EEUU: foram para o "tudo ou nada". Obvio que esses protestos internos não são tão orgânicos e carregam digitais de grupos democratas, mesmo sabendo que poderão levar a uma guerra civil, visto que o povo americano antes unido está cada vez mais polarizado e são cidadãos altamente armados pela própria política interna de liberação indiscriminada de armas a civis. Congressistas republicanos em sua grande maioria apoiaram publicamente o ataque ao Irã, gerando muitas críticas pela preferência externa à interna.

Hoje para piorar, parlamentar de Minnesota e seu marido foram mortos em sua residência em "assassinato com motivação política", segundo o governador do Estado Tim Waltz enquanto o senador estadual John Hoffman e sua esposa ficaram feridos em um tiroteio separado, mas possivelmente interligado ao atirador, informou a polícia. Todos democratas.

E Trump cada vez mais se afasta do MAGA, cedendo a seus mais fortes financiadores de sua campanha, decepcionando grande parte de seus eleitores e apoiadores com sua política externa, o oposto do que prometera.

Netanyahu e a estratégia da guerra para se manter no cargo

Netanyahu tem um histórico de usar conflitos externos para desviar a atenção de problemas internos. Antes do ataque ao Irã, já enfrentava forte pressão internacional devido à guerra em Gaza e às acusações de crimes de guerra com pedido de prisão pelo TPI, fora as acusações de grande corrupção interna. Com sua popularidade em queda e sua base política fragmentada, a ofensiva contra Teerã pode ter sido uma tentativa de unificar Israel contra um inimigo comum e evitar sua própria destituição.

Segundo documentos apresentados por jornais internacionais, estes sugerem que negociações para suspensão do programa nuclear propostas por Trump poderiam ser uma cortina de fumaça para distrair os orientais envolvidos enquanto armavam o ataque. Após o ataque de Israel ao Irã, Putin falou com seu homologo israelense ao telefone em tom pesado, isso porque que tal ataque fora inicialmente efetivado em momento em que representantes de USA, Israel, Irã e Rússia estavam presencialmente discutindo detalhes de um possível acordo em mesa de negociação, soando isso como traição. 

O saldo do confronto não foi favorável aos agressores. Israel e EUA demonstraram vulnerabilidades militares e políticas.

O Domo de Ferro israelense tão propagandeado como uma maravilha se mostrou substancialmente incapaz de segurar os misseis iranianos, sendo rapidamente saturado. A ação, que poderia fortalecer Netanyahu e Trump em seus respectivos cenários políticos, acabou por gerar um efeito contrário: críticas internacionais, instabilidade regional e crescente oposição interna. Irã não é Gaza, é Pérsia.

Com isso, a ofensiva israelense revela uma realidade dura: diante de um adversário determinado e cálculos mal elaborados, ataques precipitados podem sair caro. Ou já sabiam disso e mesmo assim seguiram em frente?

*Contra-ataque iraniano: reação militar rápida e coordenada*
O Irã demonstrou uma capacidade de resposta surpreendente mesmo com graves perdas de seus maiores oficiais de comando:  neutralizando parte da ofensiva israelense e provando sua força militar. O ataque inicial não apenas falhou em atingir seus objetivos estratégicos, como também gerou uma retaliação precisa e calculada, que revelou a vulnerabilidade de seus adversários.

Apesar da ofensiva israelense ter sido pesada e sem aviso, inutilizando momentaneamente sistemas de defesa, o Irã conseguiu reorganizar suas forças de maneira eficiente em um curto período de tempo. A resposta iraniana envolveu, principalmente:

Derrubada de caças F-35 furtivos

Dois aviões foram abatidos dentro do território iraniano, algo que coloca em dúvida a real capacidade de sobrevivência da aeronave diante dos sistemas de defesa de última geração. Além disso, um dos pilotos foi capturado, intensificando o impacto político e militar do revide.

Sistemas de defesa russos em plena operação

Após terem sido comprometidos por um ataque cibernético, os sofisticados sistemas antiaéreos S-300 e s-400 foram rapidamente reconectados e funcionaram com total eficácia, reafirmando sua potência singular no campo de batalha.

Uso de mísseis balísticos em vez de hipersônicos

Embora o Irã possua capacidades avançadas, optou por utilizar mísseis convencionais. Apesar disso, os danos causados pelos ataques mostraram que sua tecnologia balística é altamente eficaz.

Derrubada do "Pentágono" Israelense: míssil iraniano devastou o edifício sede, e muitos outros danos significativos em instalações militares e cidades pelo país.

O arsenal usado até o momento foi da Guarda Revolucionária ( 500 mísseis em 5 ondas de 100 ) , os drones em peso e outras armas do arsenal das Forças Armadas ainda estão para serem usados.

A resposta iraniana teve repercussões além do campo militar. Em território nacional, o ataque reforçou a união interna entre a população e fortaleceu um espírito de resistência contra intervenções externas. No âmbito regional, a ação solidificou alianças com grupos islâmicos e ampliou o apoio à posição iraniana no Oriente Médio.

Internacionalmente, a resposta do Irã contribuiu para a reavaliação do poderio militar ocidental e apoio americano a Israel. Analistas militares agora discutem a vulnerabilidade das aeronaves furtivas e dos sistemas de defesa dos EUA e de Israel diante de estratégias adaptáveis e resilientes.

Irã em condições extremamente piores e praticamente sem apoio externo, enfrentou 8 anos de guerra com o Iraque na década de 80, este proxy de países ocidentais na época que provocaram o conflito. Iêmen está de pé depois de inúmeras tentativas frustradas do ocidente via terra, céu e mar, tendo poderio militar infinitamente inferior ao do Irã.

O revide iraniano demonstrou que, mesmo sob ataque surpresa e com graves perdas iniciais, Teerã possui capacidade organizacional e estratégica para reagir de forma devastadora.

Mais do que apenas uma resposta militar, a ação iraniana enviou uma mensagem clara: o país está preparado para enfrentar ofensivas e não aceitará ataques sem retaliação. Israel e EUA, que esperavam um golpe certeiro e desestabilizador, acabaram enfrentando um inimigo determinado, disciplinado e capaz de se reestruturar rapidamente, tornando evidente que um ataque ao Irã nunca será uma missão fácil ou sem graves consequências.

Agora, a hipótese de queda do regime iraniano é zero. Para quem acha que quem manda no Irã é um clérigo como desde 1979 a mídia ocidental nos faz crer até hoje, saiba que foi enganado: uma junta militar é quem comanda e sempre controlou tudo naquele país desde então. 

O presidente eleito só cuida de questões administrativas internas, praticamente. E o ataque de Israel matou o chefe da Guarda Revolucionária do Irã. Nada mais que quem comandava a junta, gerando ainda mais ódio ao ocidente pela sua população e praticamente pouco alterando em suas condições de defesa, como demonstrou no contra-ataque. 

*O ataque como manobra política?

A ofensiva contra o Irã ocorreu em um momento crítico: um dia antes, o parlamento israelense quase foi dissolvido. Bibi Netanyahu conseguiu evitar sua queda por uma margem estreita, mas sua posição continuava frágil. A guerra, portanto, serviu como uma distração e uma tentativa de consolidar seu poder.

O futuro de Netanyahu e Israel

Apesar da tentativa de Netanyahu de se manter no poder, a ofensiva contra o Irã pode ter consequências imprevisíveis. A resposta iraniana foi rápida e eficaz, expondo vulnerabilidades militares de Israel e dos EUA.

Além disso, a guerra pode aprofundar a crise política interna, especialmente se os partidos religiosos decidirem romper com sua coalizão. E a entrada de países amigos no conflito, como EUA, poderia levar a uma catástrofe global, com uso de armas nucleares.

A estratégia de Netanyahu pode ter funcionado no curto prazo, mas a longo, Israel pode enfrentar ainda mais instabilidade interna e externa, fora seus graves problemas financeiros, idem EUA.

Se sua base política continuar se fragmentando e a pressão internacional tende a aumentar, pode não conseguir sustentar seu governo por muito mais tempo. Fora que agora Israel não é mais uma ilha intocável: misseis atingiram áreas civis e muito estrago. O israelense não está mais protegido como antes. Bibi falhou nisso.

O apoio ao ataque ao Irã por altos líderes europeus demostra cada vez mais que estes podem ser fantoches, confirmando o que muitos historiadores afirmam que grandes guerras mundiais só ocorrem quando há líderes medíocres no comando, obedientes a quem os colocou no cargo em países capturados por oligarquias corporativas, coisas que China e Rússia aprenderam com a História e por isso acompanham de perto seus bilionários, para que estes e seus interesses particulares não se sobreponham aos do Estado. 

Perguntas que devem ser respondidas por Israel, Europa e EUA, caso queiram manter o conflito:

- Tem Israel condições de aguentar uma guerra longa com o mundo muçulmano? 

- Irão aguentar um patamar alto de comodities minerais em geral, consequências do tipo de conflito?

- Tem EUA condições de estar em duas frentes de guerra? Ucrania e Oriente Médio?

A conversa de 50 minutos entre Trump e Putin, possivelmente restou  a conclusão aos dois de não interferência no conflito , lembrando que Irã e Rússia possuem pacto de proteção mútua. Irã tem também com Corea do Norte e Paquistão o mesmo acordo, duas potências nucleares.

Valeu a pena isso tudo para manter Bibi no poder? ‎

Como Scott Ritter afirmou recentemente: "israelenses devem escolher entre Israel e Bibi; na atual conjuntura, não cabem os dois." 

Escolheram Bibi? E agora?

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Israel's Iran Attack Backfires, Revealing "Heavy Hand"

Military Operation Exposes Strategic Fragility, Sparks Intense International Reaction

In the latest attack on Iran, Israel and the United States faced unexpected consequences. The offensive, backed by Washington with the deployment of Hellfire laser-guided missiles, triggered a heavy Iranian counterattack that challenged the military superiority of Tel Aviv and its allies.

According to the Middle East Eye, the U.S. sent approximately 300 advanced air-to-air missiles to Israel in March, suggesting tactical alignment for the operation. However, events unfolded differently than expected: Iran demonstrated a swift and powerful response capability, shooting down several F-35 fighter jets and neutralizing part of the Israeli offensive.

Iran Resists and Exposes Enemy Weaknesses

The Iranian retaliation also surprised the world by avoiding attacks on nuclear facilities, despite having access to their locations as per published documents, thereby respecting the Geneva Convention. In contrast, Israel was accused of targeting such areas and civilians, including residential areas and the Tehran Children's Hospital, raising concerns about future escalations in the conflict.

The strategic impact was also significant. The attack reinforced internal unity among the Iranian population and solidified regional Islamic alliances. Furthermore, Russian air defense systems, which had been targeted by a cyberattack, recovered quickly and operated effectively, highlighting their relevance in the global military landscape.

The biggest winner in all of this was Russia, which continues to advance further into Ukrainian territory due to the international focus shifting away from that conflict, much to the dismay of those leading the European Union, which is increasingly weakened by its misguided, submissive decisions to Western economic groups.

Repercussions in the United States

Within the U.S., public support for Israeli actions proved less significant than anticipated. A Fox News poll revealed that only 45% of Americans would support a targeted airstrike against Iranian nuclear facilities, while 37% oppose it and 18% remain undecided. These figures indicate a societal division on U.S. military involvement. Recent previous polls had indicated over 73% support. This suggests either that those polls were poorly conducted, or that this action caused thousands to rethink after the attacks.

At the same time, U.S. domestic politics are in great turmoil. Anti-Trump administration protests are intensifying in the streets, leading to collapses, and analysts like Tucker Carlson harshly criticize the government, stating that the Middle East war benefits corporate groups at the expense of peace and the American people themselves. Carlson warned that these attacks would lead Tehran to accelerate its nuclear program, just as North Korea did after American threats. He also stated that America is increasingly isolated: "We are no longer seen as peacemakers, but as interventionists obsessed with global control." He also declared, "Israel attacks, Trump approves, Iran arms itself, and the world is closer to the abyss."

Republicans and Democrats in the U.S. are doing the same as Israel's command: going "all in." It's obvious that these internal protests are not entirely organic and bear the fingerprints of Democratic groups, even though they could lead to a civil war, given that the American people, once united, are increasingly polarized and are highly armed citizens due to the indiscriminate internal policy of arms liberalization to civilians. The vast majority of Republican congressmen publicly supported the attack on Iran, drawing much criticism for prioritizing external over internal interests.

To make matters worse today, a Minnesota lawmaker and her husband were killed at their residence in a "politically motivated assassination," according to Governor Tim Waltz, while state Senator John Hoffman and his wife were injured in a separate but possibly linked shooting, police reported. All were Democrats.

And Trump is increasingly distancing himself from MAGA, ceding to his strongest campaign financiers, disappointing a large portion of his voters and supporters with his foreign policy, the opposite of what he promised.

Netanyahu and the Strategy of War to Stay in Power

Netanyahu has a history of using external conflicts to deflect attention from domestic problems. Before the attack on Iran, he already faced strong international pressure due to the war in Gaza and accusations of war crimes with an ICC arrest warrant request, in addition to accusations of major internal corruption. With his popularity plummeting and his political base fragmented, the offensive against Tehran may have been an attempt to unite Israel against a common enemy and avoid his own ouster.

According to documents presented by international newspapers, these suggest that negotiations for suspending the nuclear program proposed by Trump could have been a smokescreen to distract those involved in the East while they armed the attack. After Israel's attack on Iran, Putin spoke with his Israeli counterpart on the phone in a harsh tone, because the attack was initially launched at a moment when representatives from the USA, Israel, Iran, and Russia were physically discussing details of a possible agreement at a negotiating table, making it sound like a betrayal.

The outcome of the confrontation was not favorable to the aggressors. Israel and the U.S. demonstrated military and political vulnerabilities. The Israeli Iron Dome, so widely touted as a marvel, proved substantially incapable of holding back Iranian missiles, being quickly saturated. The action, which could have strengthened Netanyahu and Trump in their respective political scenarios, ultimately generated the opposite effect: international criticism, regional instability, and growing internal opposition. Iran is not Gaza; it is Persia.

With this, the Israeli offensive reveals a harsh reality: in the face of a determined adversary and poorly calculated moves, hasty attacks can be costly. Or did they already know this and proceed anyway?

Iranian Counterattack: A Swift and Coordinated Military Response

Iran demonstrated a surprising response capability even with severe losses of its top commanding officers: neutralizing part of the Israeli offensive and proving its military strength. The initial attack not only failed to achieve its strategic objectives but also generated a precise and calculated retaliation that revealed its adversaries' vulnerability.

Despite the Israeli offensive being heavy and unannounced, momentarily disabling defense systems, Iran managed to reorganize its forces efficiently in a short period of time. The Iranian response primarily involved:

Downing of Stealth F-35 Fighters

Two aircraft were shot down within Iranian territory, raising doubts about the real survivability of the aircraft against state-of-the-art defense systems. Furthermore, one of the pilots was captured, intensifying the political and military impact of the retaliation.

Russian Defense Systems Fully Operational:

After being compromised by a cyberattack, the sophisticated S-300 and S-400 anti-aircraft systems were quickly reconnected and operated with full effectiveness, reaffirming their unique power on the battlefield.

Use of Ballistic Missiles Instead of Hypersonic

Although Iran possesses advanced capabilities, it opted to use conventional missiles. Nevertheless, the damage caused by the attacks showed that its ballistic technology is highly effective.

Downing of the Israeli "Pentagon"

An Iranian missile devastated the headquarters building, causing many other significant damages to military installations and cities across the country.

The arsenal used so far was from the Revolutionary Guard (500 missiles in 5 waves of 100), while heavy drones and other weapons from the Armed Forces' arsenal are yet to be deployed.

The Iranian response had repercussions beyond the military field. On national territory, the attack reinforced internal unity among the population and strengthened a spirit of resistance against external interventions. Regionally, the action solidified alliances with Islamic groups and expanded support for the Iranian position in the Middle East.

Internationally, Iran's response contributed to a reassessment of Western military power and American support for Israel. Military analysts are now discussing the vulnerability of stealth aircraft and U.S. and Israeli defense systems in the face of adaptable and resilient strategies. Iran, under extremely worse conditions and practically without external support, faced 8 years of war with Iraq in the 1980s, which was a proxy for Western countries at the time that provoked the conflict. Yemen stands strong after numerous frustrated attempts by the West via land, air, and sea, despite having infinitely inferior military power to Iran.

The Iranian retaliation demonstrated that, even under a surprise attack and with severe initial losses, Tehran possesses the organizational and strategic capacity to react devastatingly. More than just a military response, the Iranian action sent a clear message: the country is prepared to face offensives and will not accept attacks without retaliation.

Israel and the U.S., who expected a precise and destabilizing blow, ended up facing a determined, disciplined enemy capable of quickly restructuring itself, making it evident that an attack on Iran will never be an easy mission or without severe consequences.

Now, the hypothesis of the Iranian regime's downfall is zero. For those who believe that a cleric governs Iran, as Western media has led us to believe since 1979, know that you have been deceived: a military junta has commanded and always controlled everything in that country ever since.

The elected president practically only handles internal administrative matters. And Israel's attack killed the head of Iran's Revolutionary Guard. Nothing more than the commander of the junta, generating even more hatred towards the West from its population and practically little change in its defense capabilities, as demonstrated in the counterattack.

The Attack as a Political Maneuver?

The offensive against Iran occurred at a critical moment: just one day before, the Israeli parliament was almost dissolved. Bibi Netanyahu narrowly avoided his fall, but his position remained fragile. The war, therefore, served as a distraction and an attempt to consolidate his power.

Netanyahu's and Israel's Future

Despite Netanyahu's attempt to cling to power, the offensive against Iran could have unpredictable consequences. The Iranian response was swift and effective, exposing military vulnerabilities of both Israel and the U.S. Furthermore, the war could deepen the internal political crisis, especially if religious parties decide to break from his coalition. And the entry of friendly countries into the conflict, like the U.S., could lead to a global catastrophe, with the use of nuclear weapons.

Netanyahu's strategy might have worked in the short term, but in the long run, Israel could face even more internal and external instability, in addition to its severe financial problems, similar to the U.S. If his political base continues to fragment and international pressure increases, he might not be able to sustain his government for much longer. Besides, Israel is no longer an untouchable island: missiles hit civilian areas and caused much damage. Israelis are no longer as protected as before. Bibi failed in this regard.

The support for the attack on Iran by high-ranking European leaders increasingly shows that they may be puppets, confirming what many historians affirm: that great world wars only occur when mediocre leaders are in command, obedient to those who put them in power in countries captured by corporate oligarchies—lessons that China and Russia learned from history, and thus closely monitor their billionaires, to prevent their personal interests from superseding those of the state.

Questions that Israel, Europe, and the U.S. must answer if they wish to continue the conflict:

Can Israel withstand a long war with the Muslim world?

Can they endure high levels of mineral commodities in general, as a consequence of this type of conflict?

Can the U.S. fight on two war fronts: Ukraine and the Middle East?

The 50-minute conversation between Trump and Putin likely led both to the conclusion of non-interference in the conflict, bearing in mind that Iran and Russia have a mutual protection pact. Iran also has the same agreement with North Korea and Pakistan, two nuclear powers.

Was all this worth it to keep Bibi in power?

As Scott Ritter recently stated: "Israelis must choose between Israel and Bibi; at this juncture, both cannot exist."

Did they choose Bibi? And now?

Por Ultima Hora em 14/06/2025
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