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Pessoal, vocês conhecem aquele ditado "quem não deve não teme"? Pois é, parece que o policial federal Daniel Viana Contar, de 46 anos, não conhecia essa sabedoria popular quando decidiu transformar uma simples ida ao quiosque Mureta do Leme numa verdadeira novela mexicana.
O cara estava no Rio a serviço da Polícia Federal durante a Cúpula do Brics - imaginem só, um evento internacional super importante - e resolveu dar uma de "espertinho" tentando sair sem pagar a conta. Como diria minha avó: "casa de ferreiro, espeto de pau". Um policial que deveria dar exemplo acabou virando exemplo do que não fazer.
E olha que ironia: o homem que deveria proteger a lei decidiu que as regras não se aplicavam a ele. Como dizem por aí, "o pior cego é aquele que não quer ver" - e Daniel claramente não queria ver que estava fazendo tudo errado.
A situação começou a esquentar quando o agente se recusou a pagar a conta no quiosque da Avenida Atlântica. Mas aí, gente, a coisa desandou de vez! O homem não só agrediu um funcionário de 26 anos com um soco, como ainda teve a audácia de proferir ofensas racistas, dizendo que "não queria ser atendido por este pretinho".
Imaginem a cena: um cara que deveria representar a justiça brasileira fazendo exatamente o contrário do que prega. Como diz o povo, "em casa de enforcado não se fala de corda", mas parece que Daniel não captou o recado. O funcionário, coitado, só estava fazendo seu trabalho e acabou sendo vítima de uma agressão covarde e racista. É aquela história: "de médico e louco todo mundo tem um pouco", mas de racista ninguém deveria ter nada!
Quando os policiais militares do 19º BPM chegaram ao local, Daniel resolveu dar uma de "importante" e se identificou verbalmente como policial federal. Só que quando pediram a carteira funcional, o cara se recusou a mostrar! E não parou por aí: ainda desacatou os PMs, dizendo que "não os reconhecia como nada". Gente, que falta de noção! Como diria minha mãe: "educação se aprende em casa", e parece que Daniel faltou nessa aula.
O homem estava representando o Brasil num evento internacional e decidiu dar um show de ignorância e prepotência. É aquela velha máxima: "o exemplo vem de cima", mas nesse caso, o exemplo foi péssimo. Os PMs, profissionais como sempre, mantiveram a compostura e fizeram seu trabalho direito.
Na delegacia, a coisa só piorou. Daniel continuou com as ofensas e chamou os policiais de "policiais de merda". Cara, que falta de respeito! Como diz o ditado, "quem com ferro fere, com ferro será ferido", e foi exatamente isso que aconteceu. Um colega da Polícia Federal teve que comparecer à delegacia para confirmar que Daniel realmente estava no Rio a serviço da corporação durante a Cúpula do Brics. Imaginem a vergonha que esse colega deve ter sentido! É aquela história: "uma maçã podre estraga o cesto todo", mas felizmente a maioria dos policiais são profissionais sérios e comprometidos. Daniel foi autuado por injúria racial, lesão corporal e desacato - um hat-trick da ignorância, como diriam os comentaristas esportivos.
O final da história é que Daniel pagou fiança e foi liberado para responder em liberdade. A Polícia Civil confirmou que o caso foi registrado na 12ª DP de Copacabana e enviado à Justiça. Como sempre digo, "a justiça tarda, mas não falha", e esperamos que Daniel aprenda com esse episódio lamentável.
O funcionário agredido, esse sim merece nosso respeito e solidariedade - trabalhador honesto que foi vítima de uma agressão covarde e racista. É importante lembrar que racismo é crime inafiançável e imprescritível, e casos como esse mostram que ainda temos muito trabalho pela frente na luta contra o preconceito. Como diz aquele ditado que minha avó sempre repetia: "o respeito é a base de tudo", e Daniel claramente esqueceu dessa lição básica da vida em sociedade.
Com informações Tempo Real
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