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Comissão que investiga roubo bilionário vira ringue de luta livre política com direito a "tropa de choque" e acusações de hipocrisia.
Galera, se vocês acham que reality show tem confusão, é porque nunca assistiram uma sessão da CPMI do INSS!
A sessão de ontem foi mais movimentada que Black Friday no shopping. O líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante, estreou como suplente na comissão e já chegou "distribuindo lenha" como se fosse véspera de São João. Do outro lado do ringue, o senador Randolfe Rodrigues (PT-AP) não ficou para trás, e os dois protagonizaram uma discussão que fez até o presidente da comissão, Carlos Viana, ameaçar usar o temido "artigo 22" - que deve ser tipo o "vai ficar de castigo" da política.
O motivo da confusão? A votação para convocar Frei Chico, irmão do presidente Lula e vice-presidente do Sidnapi, entidade acusada de estar com o dedo no mel dos aposentados. Como diz o ditado: "Quem não deve, não teme", mas pelo visto, a maioria achou melhor não mexer nesse vespeiro. Por 19 votos a 11, derrubaram a convocação, deixando a oposição mais irritada que gato escaldado.
Sóstenes não poupou palavras e acusou o PT de hipocrisia, afirmando que não querem investigar quem roubou os aposentados. Já o senador Izalci (PL-DF) foi direto ao ponto: "O governo colocou a tropa de choque aqui". Imaginem só, uma CPMI que deveria investigar um roubo bilionário virando campo de batalha político! É como diz o povo: "Casa de ferreiro, espeto de pau".
Enquanto isso, o presidente Carlos Viana tentava manter a ordem como um professor de quinta série lidando com alunos bagunceiros. "Eu tenho tido muita paciência com os dois lados", declarou, mas deixou claro que sua paciência tem limite. É aquela história: "A paciência é uma virtude, mas tem hora que ela vai pro espaço".
No meio dessa confusão toda, quem realmente deveria estar no centro das atenções quase passou despercebido. Cícero Marcelino de Souza Santos, assessor da Conafer, admitiu que R$ 300 milhões passaram por suas mãos. Trezentos milhões! É dinheiro suficiente para comprar meio Brasil e ainda sobrar troco para um cafezinho. O relator Alfredo Gaspar chamou ele de "laranja", mas convenhamos, é uma laranja muito cara!
O mais preocupante é que, com tanto bate-boca e politicagem, a CPMI corre o risco de virar uma grande encenação, uma "fraude" como bem colocou a colunista Valéria Costa. Enquanto deputados e senadores ficam medindo força política, os aposentados que tiveram seus benefícios roubados continuam esperando justiça. É como diz o ditado: "Enquanto os gatos se mordem, os ratos fazem a festa".
A situação está tão tensa que até os bastidores de Brasília já estão comentando outras fofocas para desviar o foco. Fala-se que Jorge Messias, advogado-geral da União, pode ser o escolhido para a vaga no STF. Coincidência? Eu acho que não! Como diria minha tia: "Quando a casa está pegando fogo, todo mundo corre para o quintal do vizinho".
E para completar o circo, ainda temos Hugo Motta prometendo que não vai deixar as companhias aéreas cobrarem pela bagagem de mão. Pelo menos uma boa notícia no meio de tanta confusão! Afinal, como diz o povo: "Depois da tempestade, sempre vem a bonança".
O que mais me impressiona é como uma comissão criada para investigar um dos maiores escândalos do país virou um espetáculo de pancadaria política. É como se os investigadores estivessem mais interessados em se atacar do que em descobrir a verdade. Como diria o Jimmy: "É tipo contratar um detetive para encontrar suas chaves e ele ficar brigando com o vizinho sobre quem tem a casa mais bonita!"
Se continuar assim, a CPMI do INSS vai entrar para a história não pelos resultados da investigação, mas pelas brigas épicas entre seus membros. E os aposentados? Bem, esses continuam esperando que alguém se lembre de que eles existem e que foram roubados. Como diz o ditado: "Em terra de cego, quem tem um olho é rei", mas pelo visto, na CPMI do INSS, todo mundo está de olho vendado!
A esperança é que o presidente Carlos Viana consiga colocar ordem na casa antes que a comissão vire definitivamente um reality show político. Porque, convenhamos, os brasileiros já têm entretenimento suficiente na TV - o que eles precisam mesmo é de justiça e transparência.
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