Projeto de Carol Basílio revoluciona a experiência no Carnaval com acessibilidade sensorial e comunicação alternativa no Camarote da Sapucaí

O Carnaval do Rio de Janeiro ganhou um novo capítulo em 2025.

Projeto de Carol Basílio revoluciona a experiência no Carnaval com acessibilidade sensorial e comunicação alternativa no Camarote da Sapucaí

Pela primeira vez, a Marquês de Sapucaí recebeu uma iniciativa pensada especialmente para o acolhimento de pessoas neurodivergentes, com deficiência e necessidades sensoriais específicas. Idealizado por Carol Basílio, o projeto levou kits sensoriais e prancha de comunicação alternativaao Camarote King, tornando a folia mais inclusiva, humana e acessível.

Enquanto grandes eventos priorizam luz, som e espetáculo, raramente se vê um olhar cuidadoso para quem vive o mundo de forma diferente. Carol enxergou antes de todos: Carnaval também é lugar de inclusão. E com esse movimento, abriu caminhos onde antes ninguém havia ousado pisar.

A iniciativa ofereceu estrutura, atenção personalizada e ferramentas que permitem não apenas presença, mas participação plena. Um gesto que pode parecer simples para muitos, mas para quem sempre enfrentou barreiras invisíveis, representa a chance de viver o Carnaval com dignidade.

A experiência emocionou quem esteve presente. Izabelly Mayer, que participou da noite especial no camarote, descreveu o momento como transformador:

“Vivi no Camarote King, em 2025, uma experiência que iluminou meu Carnaval de um jeito novo. Sob o cuidado de Carol Basílio e Claudia Manhães, senti acolhimento, carinho e uma inclusão social verdadeira. Tenho necessidades diferentes — e, pela primeira vez, vi uma equipe inteira se esforçando para tornar a acessibilidade algo real e inédito no Carnaval. Pude curtir a Sapucaí como todo mundo, com leveza e brilho nos olhos. Meu agradecimento cheio de afeto a essa equipe incrível que fez o impossível parecer simples. Inclusão também é carnaval — e eu vivi isso de verdade.”

A mãe de Izabelly, Merilin Silva de Souza Mayer, também relatou a emoção de presenciar esse marco:

“Eu, como mãe, só tenho uma palavra para definir a atitude de expandir recursos que possibilitem uma vida mais digna para quem precisa: acolhimento! Somos tão excluídos que, quando encontramos uma possibilidade como essa, renasce a esperança.”

O projeto não apenas entregou estrutura — entregou respeito, afeto e pertencimento. E mostrou que Carnaval não é feito só de brilho, mas também de humanidade.

Com essa iniciativa pioneira, Carol Basílio abre portas para uma nova era no Sambódromo, onde ninguém fica de fora e onde alegria pode ser, de fato, compartilhada.

Por Falando de Baixada Fluminense em 09/12/2025
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