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Maricá virou terra da linguiça: médicos comem embutido 24h enquanto pacientes ficam sem o básico

Vereador Netuno descobriu que o hospital do município milionário serve só linguiça para quem salva vidas, em Maricá parece que quem não tem gestão competente, alimenta médico com linguiça! O Vereador Netuno virou um verdadeiro detetive da saúde e descobriu que no Hospital Conde Modesto Leal, os profissionais estão vivendo um Groundhog Day gastronômico: linguiça de manhã, linguiça de tarde, linguiça de noite!
Como diria minha avó: "casa de ferreiro, espeto de pau" - só que aqui é "cidade de royalties, cardápio de boteco"! O cardápio da semana parece roteiro de comédia: segunda-feira linguiça toscana, terça linguiça fina, quarta linguiça fina de novo (porque criatividade é luxo), quinta linguiça calabresa... Cara, até eu que adoro um churrasco já estaria pedindo pelo amor de Deus uma salada!
Imaginem vocês: um médico fazendo plantão de 24 horas salvando vidas e na hora da refeição... SURPRESA! Linguiça again! É como se o hospital tivesse feito um acordo exclusivo com a fábrica de embutidos.
'Doutor, o que o senhor vai querer no almoço?" "Deixa eu adivinhar... linguiça?" "Acertou! E no jantar?" "Linguiça também?" "Bingo!"

Mas a coisa fica ainda mais surreal quando descobrimos que os pacientes estão tendo que trazer papel higiênico de casa! Gente, estamos falando de uma cidade que nada em 8 bilhões de royalties do petróleo, mas que aparentemente esqueceu que papel higiênico é item básico de sobrevivência humana. É aquela história: "dinheiro não traz felicidade, mas papel higiênico sim"!
O Vereador Netuno, que virou o Gordon Ramsay da fiscalização hospitalar, foi lá conferir pessoalmente e descobriu que o estoque de papel higiênico durava apenas um dia. Um dia! É menos tempo que uma linguiça na geladeira! Como diz o povo: "casa sem papel higiênico é que nem carro sem freio - você até anda, mas na hora do aperto..."
A situação é tão absurda que os funcionários estão reutilizando materiais descartáveis. Luvas, capotes, tudo sendo reciclado como se fosse um projeto de sustentabilidade mal planejado. É o famoso "economia criativa" levada ao extremo!
E o mais irônico? Maricá é uma das cidades mais ricas do Brasil. É como ter uma Ferrari na garagem e ir trabalhar de carroça! Como bem disse o vereador: "cidade bilionária em royalty, sem o mínimo de dignidade pros moradores".
A gestão municipal parece ter aplicado aquele ditado "o barato sai caro" de forma invertida: "o caro sai barato demais para quem precisa"! Milhões sendo destinados para organizações sociais enquanto quem está na linha de frente da saúde vive à base de linguiça e improviso e o prefeito Quaquá só é visto andando de helicóptero pelo estado e de avião pelo mundo com o dinheiro público.

Netuno não poupou críticas ao Secretário Marcelo Velho, classificando a situação como "retrato das cagadas" da gestão. E olha, quando um vereador sai do gabinete para fiscalizar pessoalmente e encontra esse cenário, é porque a coisa realmente desandou!
Como diria aquele ditado popular: "quem tem linguiça vai para Maricá"! Brincadeiras à parte, a situação é grave e mostra como a má gestão pode transformar uma cidade rica em um exemplo de como não administrar recursos públicos.
A população de Maricá merece muito mais que linguiça no cardápio dos seus heróis da saúde e papel higiênico racionado nos hospitais. Afinal, como diz o povo: "saúde não tem preço, mas dignidade deveria ser grátis"!

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