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Mas, além do espetáculo dentro de campo, existe uma questão cada vez mais importante: o impacto ambiental gerado por grandes eventos esportivos.
Entre os principais desafios está a gestão dos resíduos produzidos durante a competição. Garrafas, embalagens, papelão, resíduos orgânicos e materiais promocionais fazem parte da rotina de estádios, fan fests e áreas de alimentação. Sem planejamento adequado, esses materiais podem acabar descartados de forma incorreta, aumentando o impacto ambiental.
Para Diego Carbonell, consultor parceiro da Ecoleta e participante da iniciativa Parada pelo Clima, a Copa é uma oportunidade importante para ampliar o debate sobre sustentabilidade.
“A crise climática já impacta diretamente o cotidiano das pessoas, inclusive no esporte. Trazer esse tema para a Copa do Mundo é fundamental pela capacidade que o evento tem de mobilizar bilhões de pessoas.”
Nos últimos anos, sustentabilidade deixou de ser apenas discurso institucional e passou a ser uma necessidade estratégica para grandes eventos. E é justamente nesse cenário que empresas especializadas em gestão ambiental ganham protagonismo.
A Ecoleta atua estruturando operações de gerenciamento de resíduos, com segregação correta dos materiais, rastreabilidade, destinação ambiental adequada e emissão de indicadores ESG capazes de comprovar os resultados ambientais da operação.
“Hoje não basta apenas dizer que uma operação é sustentável; é preciso mostrar indicadores, resultados e destino correto dos resíduos”, destaca Diego.
Mais do que reduzir impactos ambientais, a gestão adequada de resíduos fortalece a economia circular e contribui para que o legado da competição vá além do futebol.
Porque sustentabilidade não se constrói apenas no discurso.
Ela se constrói na operação.
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