Bolsonaros em crise: Flávio festa, Eduardo foge, Carlos briga e Jair Renan vira piada em Santa Catarina 'Tiririca de Balneário'

Filhos é de quem cria: a saga dos herdeiros bolsonaro em quatro atos

Bolsonaros em crise: Flávio festa, Eduardo foge, Carlos briga e Jair Renan vira piada em Santa Catarina 'Tiririca de Balneário'

Cada um escolheu seu papel na novela política brasileira: o diplomata, o revoltado, o conciliador e o... Tiririca

Gente, vocês sabem aquela história de que "filho de peixe, peixinho é"? Pois bem, parece que no caso da família Bolsonaro, cada peixinho decidiu nadar para um lado diferente do aquário! E que aquário bagunçado, hein? Vamos contar essa história que está mais divertida que novela das oito.

Flávio Bolsonaro: o conciliador (ou "como fazer amigos e influenciar pessoas")

Começando pelo senador Flávio Bolsonaro, que virou o "bom moço" da família. Na quinta-feira (28), nosso querido "Zero Um" estava lá em Vargem Grande, na Zona Oeste do Rio, se divertindo ao som do cantor Belo com ninguém menos que Rodrigo Bacellar, presidente da Assembleia Legislativa. Os dois se abraçaram, riram juntos e curtiram a festa como se fossem melhores amigos desde a época do colégio.

Mas calma aí, que a história tem mais reviravoltas que montanha-russa! Esses dois não se falavam direito desde a crise da demissão de Washington Reis, que Bacellar assinou na ausência do governador Cláudio Castro. Flávio tentou reverter a demissão, não conseguiu, e ficou de bico. Mas como diz o ditado: "água mole em pedra dura, tanto bate até que fura" - e parece que a pedra furou mesmo!

O encontro reuniu também alguns deputados estaduais e até o secretário de Defesa do Consumidor. Flávio mostrou que aprendeu a lição: na política, como na vida, às vezes é melhor fazer as pazes do que ficar brigando. Quem diria que o filho mais velho viraria o diplomata da família?

Eduardo Bolsonaro: o viajante (ou "trabalho remoto levado ao extremo")

Agora vamos falar do Eduardo, o "Zero Três", que está nos Estados Unidos desde fevereiro e decidiu que quer trabalhar de lá mesmo. O deputado federal mandou um ofício para Hugo Motta, presidente da Câmara, pedindo para exercer o mandato dos Estados Unidos. A justificativa? Está fazendo "diplomacia parlamentar" por lá.

Eduardo ainda disse que é "alvo de perseguição política" e que "o risco de um parlamentar brasileiro ser alvo de perseguição política hoje é incomparavelmente maior do que o risco de adoecer gravemente durante a pandemia". Opa! Alguém aí está comparando política com covid? Que criatividade!

O problema é que Eduardo já acumula 15 faltas não justificadas no Plenário da Câmara desde que terminou sua licença de 122 dias em julho. Enquanto isso, ele está lá nos EUA pressionando o governo americano a impor sanções contra autoridades brasileiras, incluindo ministros do STF. Como diz o povo: "longe dos olhos, longe do coração" - mas perto do problema!

Carlos Bolsonaro: o revoltado (ou "como explodir em 280 caracteres")

O Carlos, nosso querido "Zero Dois", está mais explosivo que bomba de São João! O vereador do Rio está cotado para concorrer ao Senado por Santa Catarina, mas parece que nem todo mundo está feliz com a ideia. Quando saiu uma reportagem falando sobre possíveis "resistências locais" à sua candidatura, Carlos foi direto às redes sociais desabafar.

"Não há impasse algum" sobre sua candidatura e "estão brincando demais com a alma do meu pai", escreveu o parlamentar. Eita! Quando Carlos fica bravo, todo mundo fica sabendo. A Federação das Indústrias de Santa Catarina até emitiu uma nota dizendo que o estado não precisa "importar" candidatos. Ai, que climão!

Os deputados conservadores catarinenses também não curtiram muito a ideia, preferindo nomes com "conexões históricas" no estado. Como diz o ditado: "em terra de cego, quem tem olho é rei" - mas parece que em Santa Catarina tem muita gente de olho aberto!

Jair Renan: o tiririca (ou "pior que tá, não fica")

E por último, mas não menos divertido, temos o Jair Renan, o "Zero Quatro", que virou o "Tiririca de Balneário Camboriú". O vereador mais novo da família levou uma zoada épica do presidente da Câmara Municipal, Marcos Kurtz, durante uma sessão.

"Já que o senhor gosta tanto de fazer comparações, vou aqui lhe comparar também: eu acho que o senhor é parecido com o Tiririca, e deveria ter botado lá: 'pior que tá, não fica'", disse Kurtz. A comparação veio depois que Jair Renan chamou o presidente da Câmara de "Xandão de BC" nos bastidores.

O jovem vereador, que assumiu o cargo em janeiro, tem demonstrado "atuação tímida no plenário" e foco em "pautas ideológicas". Ele até tentou proibir a "doutrinação ideológica ao comunismo, socialismo e nazismo" nas escolas municipais, mas a Procuradoria da Câmara barrou o projeto por inconstitucionalidade. Como diz o povo: "quem não tem cão, caça com gato" - mas às vezes nem o gato funciona!

O final da história (por enquanto)

E assim seguem os quatro mosqueteiros da família Bolsonaro, cada um trilhando seu próprio caminho na política brasileira. Um conciliando, outro viajando, o terceiro brigando e o quarto... bem, o quarto virou meme! Como diz o sábio ditado: "cada um no seu quadrado" - e que quadrados diferentes, hein?

A moral da história é que, mesmo sendo irmãos e filhos do mesmo pai, cada um escolheu sua própria estratégia para navegar nas águas turbulentas da política pós-2022. Uns apostam na diplomacia, outros na distância, alguns na briga e há quem aposte na... comédia involuntária!

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Por Ultima Hora em 29/08/2025
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