Assine nossa newsletter e fique por dentro de tudo que rola na sua região.
Prefeito de Maricá defendeu união da CNB; Cargo será disputado pelo ex-prefeito de Araraquara, Edinho Silva, Valter Pomar, Rui Falcão e Romênio Pereira
Brasília, 20 de maio de 2025
Como o Jornal Ultima Hora já tinha informado em artigo de Olavo Brandão no Sábado o prefeito de Maricá e vice-presidente nacional do PT, Washington Quaquá, anunciou oficialmente sua desistência da disputa pela presidência nacional do partido. O comunicado foi feito nesta segunda-feira (19), após reunião com a ex-presidente da sigla e atual ministra da Secretaria das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, em Brasília.
Quaquá pregou levar o partido para favelas e voltar as origens do PT, porém na origem do PT os filiados eram quadros politizados e formados na base, diferende das quase 80 mil filiações que Quaquá fez sem nenhum critério ideológico, filiações feitas apenas para contar garrafas e chantagear o partido de uma suposta legitimidade a liderança que não mais possui sem o dinheiro de Maricá, aliais sua imagem de homem que trocou sua esposa de luta por uma novinha, sempre com relogios, roupas caras, fumando charutos importados e bebendo whisky em viagens internancionais de luxo bancadas pelo erário de Maricá, de nada tem a ver com a raiz histórica do PT que ele prega e sim com a imagem de um contraventor de quinta categoria, assim sendo logo surgiram impugnações diante dos claros vestígios de fraudes nas filiações e talvez até para manter essas filiações e garantir as eleições de seu filho e a permanência do seu feudo no Diretório Estadual, buscou uma saída honrosa apelando a Lula como narrado pelo respeitado dirigente Olavo em sua acertada análise de conjuntura.
A decisão de Quaquá, que já era esperada nos bastidores do partido, reduz a disputa a quatro candidatos: o ex-prefeito de Araraquara Edinho Silva, Valter Pomar, Rui Falcão e Romênio Pereira. Com isso, o cenário para a sucessão na presidência do PT ganha novos contornos, especialmente com o fortalecimento da candidatura de Edinho Silva.
Pedido de Lula e unidade da corrente
Em sua declaração, Quaquá revelou que sua desistência atende a um pedido direto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, transmitido por Gleisi Hoffmann, para que apoiasse a candidatura de Edinho Silva. O prefeito de Maricá afirmou que já havia se comprometido com o presidente a acatar sua vontade, independentemente de qual fosse.
"Atendendo o presidente Lula e contribuindo para a unidade da CNB, que é indispensável para a boa governança do PT, e para termos um partido com rumo e unido para a reeleição do presidente Lula, eu vim conversar com a ministra Gleisi, e aqui chegamos à conclusão de que o melhor é não registrar a candidatura a presidente e saímos com a CNB unida e com Edinho sendo o candidato de todos e todas a presidente", declarou Quaquá.
A Construindo um Novo Brasil (CNB), corrente interna do PT à qual Quaquá pertence, é a maior tendência dentro do partido e tradicionalmente tem ocupado a presidência da legenda. A unidade deste grupo é considerada estratégica para a manutenção da governabilidade interna do PT e para os planos de reeleição de Lula em 2026.
Reconfiguração da disputa
Com a saída de Quaquá, a disputa pela presidência do PT ganha contornos mais definidos. Edinho Silva, que já contava com o apoio de Lula, agora se fortalece como candidato da situação, representando a continuidade da linha política atual do partido.
Os outros três candidatos - Valter Pomar, Rui Falcão e Romênio Pereira - representam diferentes correntes e visões sobre os rumos que o partido deve tomar. Rui Falcão, que já presidiu o PT entre 2011 e 2017, traz a experiência de ter comandado a legenda em momentos cruciais, como o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff.
Valter Pomar, ligado à esquerda do partido, tem defendido um posicionamento mais crítico em relação a algumas políticas do governo Lula, especialmente na área econômica. Já Romênio Pereira busca se apresentar como uma alternativa de renovação dentro do partido.
Próximos passos
A eleição para a presidência nacional do PT está prevista para acontecer nos próximos meses, com a participação dos delegados eleitos nas convenções estaduais do partido. O processo eleitoral interno deve definir não apenas o novo presidente, mas também a composição do Diretório Nacional e da Executiva Nacional, instâncias máximas de direção partidária.
A decisão de Quaquá reforça a estratégia do PT de buscar unidade interna em um momento em que o partido se prepara para as eleições municipais de 2026 e para a campanha de reeleição do presidente Lula, considerada prioritária pela atual direção partidária.
#PT #EleicoesPT #Quaqua #EdinhoSilva #PartidoDosTrabalhadores #PoliticaBrasileira #Lula2026 #UnidadePartidaria #CNB #GleisiHoffmann
Nenhum comentário. Seja o primeiro a comentar!