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Durante a sessão plenária desta quarta-feira (27) na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), o deputado Douglas Gomes (PL) denunciou o deputado Carlos Minc (PSB) por intolerância religiosa, após este ter levado ao A Ministério Público uma denúncia contra policiais militares que participaram de uma oração no Largo do Machado.
Douglas Gomes repudiou a postura de Minc e deixou claro que a fé e a crença de cada cidadão devem ser respeitadas. “Não aceitaremos perseguição contra policiais que apenas expressaram sua fé. A laicidade do Estado deve ser respeitada, mas isso não significa impedir ninguém de orar. Se um policial quiser rezar ou um muçulmano quiser estender seu tapete, que o faça. A fé de cada um tem que ser respeitada”, afirmou Gomes.
A deputada Tia Ju (Republicanos) também defendeu os militares, lembrando que o ato foi apenas um pedido de proteção antes do trabalho. “Eles não estavam em culto, apenas pediam proteção a Deus. Não se pode punir um policial por convidar colegas para uma oração”, disse a deputada.
Mesmo sem apresentar provas de que os PMs foram coagidos ou de que houve ocorrências não atendidas, Carlos Minc manteve a denúncia, levantando críticas de parlamentares que enxergaram no ato mais uma tentativa da esquerda de criminalizar a fé cristã.
O caso escancara um embate cada vez mais nítido: de um lado, parlamentares que defendem a fé e a liberdade religiosa; do outro, políticos de esquerda que tentam transformar a prática de oração em motivo de perseguição.
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