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A economia americana teve uma leve contração de 0,2% entre janeiro e março deste ano. Não é o tipo de número que causa pânico, mas chama atenção: foi o primeiro trimestre negativo em dois anos. Parte da explicação está no aumento das importações, resultado de uma corrida antecipada às compras antes de novas tarifas comerciais entrarem em vigor. Isso acabou pesando no cálculo do PIB. Apesar do número negativo, o mercado financeiro não reagiu mal — pelo contrário. Um crescimento mais fraco alimenta a expectativa de que o Federal Reserve pode, em breve, começar a cortar os juros. Bolsas gostam disto. Para os americanos, a desaceleração pode significar menos vagas de trabalho abertas, mas também um alívio na inflação e nos juros futuros para quem pensa em financiar casa ou carro. |
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