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Ex-diretor vira Sherlock Holmes tricolor e descobre gastos bizarros de R$ 4 milhões no fluminense

Galera, preparem-se para uma história que nem o roteirista mais criativo de hollywood conseguiria inventar! Luis Monteagudo, ex-diretor administrativo do Fluminense e agora pré-candidato à presidência do clube, virou detetive particular e descobriu um esquema que faria até o Sherlock Holmes ficar impressionado. Como diria minha avó: "quem mexe com dinheiro dos outros, uma hora a casa cai!"
Na última segunda-feira, nosso protagonista recebeu um envelope anônimo que mudaria sua vida para sempre. Dentro dele, documentos que revelam gastos no cartão corporativo do Fluminense que fariam qualquer contador ter pesadelos.
Entre as "despesas essenciais" do clube estão consultas com vidente/cartomante (R$ 3.700), sessões em clínica de estética (R$ 7.248 no aniversário do Flu - que presente de aniversário diferente!), e pasmem - produtos de sadomasoquismo totalizando mais de R$ 11 mil!
"Eu já vi gente gastando dinheiro como se não houvesse amanhã, mas essa turma gastava como se não houvesse auditoria!"
O mais impressionante é que alguém conseguiu gastar R$ 6.352 em uma lanchonete em Guadalupe. Gente, que sanduíche é esse? Deve vir com caviar e champagne!
Monteagudo, que conhece o clube por dentro (foi diretor administrativo durante quase toda a gestão Mário Bittencourt antes de romper com o presidente), analisou os documentos com olhar de especialista em licitações e contratos. Como diz o ditado: "santo de casa não faz milagre, mas ex-diretor conhece onde estão enterrados os esqueletos!"
Entre os gastos mais criativos estão também compras no Mercado Livre de produtos de crochê (R$ 759,80) e em boutiques diversas. Aparentemente alguém estava montando um guarda-roupa bem eclético com dinheiro do clube. Como diria minha tia: "gosto não se discute, mas se paga - preferencialmente com o próprio dinheiro!"
O advogado de 47 anos, formado pela UERJ, descobriu que as faturas dos poucos meses analisados somam mais de R$ 4 milhões, numa média mensal superior a R$ 200 mil. É como aquele ditado: "dinheiro não traz felicidade, mas compra muita coisa estranha com cartão corporativo!" Para vocês terem ideia, com esse valor daria para contratar vários jogadores ou reformar o estádio inteiro!
O mais interessante é que quando questionados sobre possível clonagem do cartão, nunca houve estorno dos valores. É como diz o povo: "ladrão que rouba ladrão tem cem anos de perdão, mas quem usa cartão corporativo para fins pessoais tem processo no MP!" Os e-mails internos do clube mencionavam clonagem, mas curiosamente nunca foi comprovada.
Monteagudo, que já tinha experiência em gestão esportiva, agora usa suas habilidades de detetive para desvendar o mistério. Ele protocolou denúncia no Ministério Público do Rio de Janeiro citando nominalmente Helen Mendonça de Medeiros, diretora comercial do Fluminense. Como ele mesmo disse: "Salve, salve, tricolores, acabei de sair agora do Ministério Público!"
O caso lembra muito o escândalo recente no Corinthians, provando que criatividade para gastar dinheiro alheio não é exclusividade de um clube só. Como diz o ditado: "a criatividade não tem limites, principalmente quando é com dinheiro dos outros!" Parece que virou moda entre os dirigentes esportivos usar cartão corporativo como se fosse cartão de crédito pessoal ilimitado.
Entre os estabelecimentos beneficiados estão desde aplicativos de música (R$ 4.119,79) até lojas de malas (R$ 979,67).

"Eu já vi gente usando cartão corporativo para almoçar, mas nunca para consultar vidente sobre o futuro do clube. Pelo menos agora sabemos que o futuro incluía uma investigação do Ministério Público!"
O pré-candidato promete ir até o fim da investigação, porque como ele mesmo declarou: "O Fluminense é maior do que qualquer gestão e eu vou atrás de toda a verdade." E nós aqui torcendo para que a verdade apareça mais rápido do que os gastos suspeitos apareceram nas faturas!
Como diria o sábio: "Já vi gente fazendo compras online no trabalho, mas nunca vi alguém usar o cartão da empresa para comprar produtos tão... específicos. Pelo menos agora entendemos por que o Fluminense às vezes joga como se estivesse amarrado!"
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