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A festa de comemoração do 41º Campeonato Mundial de Ginástica Rítmica, realizada no Campo Olímpico de Golfe, contou com a presença de Marco Antônio La Porta, presidente do Comitê Olímpico do Brasil (COB), que fez uma avaliação entusiástica tanto da organização do evento quanto dos resultados conquistados pela Seleção Brasileira.
Em entrevista durante a celebração, La Porta destacou a importância histórica do campeonato para o esporte nacional.
"Foi um campeonato fantástico, o maior campeonato mundial já realizado, e a Confederação Brasileira de Ginástica deu um show na organização", declarou o presidente do COB.
La Porta enfatizou que sediar um evento de tamanha magnitude representa um investimento significativo, mas que os resultados obtidos justificam plenamente os recursos aplicados. "É importante quando você tem um campeonato desse nível realizado pelo Brasil, um investimento bastante importante, mas que traz resultados", complementou.
O dirigente destacou o caráter inédito das conquistas brasileiras no Mundial de 2025. "Estamos aqui com duas medalhas inéditas para o Brasil em campeonato mundial, o que mostra a força da ginástica rítmica do Brasil.
Hoje somos uma potência no mundo nesse esporte", afirmou La Porta, evidenciando como o país se consolidou como referência internacional na modalidade.
Marco La Porta demonstrou confiança de que o sucesso do Mundial realizado no Rio de Janeiro terá efeitos duradouros para o desenvolvimento da ginástica rítmica brasileira. "Tenho certeza de que esse campeonato aqui vai alavancar cada vez mais", declarou, referindo-se ao potencial de crescimento que o evento pode proporcionar para a modalidade no país.
O presidente do COB reconheceu que o Mundial de 2025 representou a melhor participação brasileira na história da competição.
"Eu soube que foi a melhor participação das meninas em campeonato mundial de ginástica rítmica, e isso vai melhorando ao longo dos anos", afirmou La Porta, destacando a evolução progressiva das atletas brasileiras em competições internacionais.
La Porta enfatizou a importância do evento para a projeção da ginástica rítmica no cenário nacional. "Isso é muito importante para divulgação, para melhorar os investimentos", declarou, indicando que os resultados positivos tendem a atrair maior atenção e recursos para a modalidade, criando um ciclo virtuoso de desenvolvimento.
O dirigente fez questão de contextualizar as conquistas atuais dentro de um projeto de longo prazo. "Essa história não começou hoje. Ela começou há mais de 20 anos, com pessoas sonhando que um dia a ginástica rítmica poderia ser grande no Brasil.
E a Confederação Brasileira de Ginástica foi lá e fez", explicou La Porta, reconhecendo o trabalho pioneiro de dirigentes e técnicos que investiram na modalidade quando ela ainda não tinha expressão no país.
Marco La Porta destacou que o sucesso atual é resultado de um trabalho consistente e bem estruturado. "Prova que um trabalho bem feito, bem realizado, ele traz os frutos", afirmou o presidente do COB, evidenciando a importância da continuidade e da qualidade na gestão esportiva para alcançar resultados de excelência.
O dirigente demonstrou otimismo em relação ao futuro da ginástica rítmica brasileira. "Hoje nós temos muita esperança de que os resultados vão continuar, que desenvolva cada vez mais a ginástica rítmica, e esse campeonato mundial com certeza vai impulsionar", declarou La Porta, indicando que as conquistas de 2025 devem servir como catalisador para novos avanços na modalidade.
A avaliação positiva de Marco La Porta sobre a organização do Mundial reflete o reconhecimento internacional que o evento recebeu.
O presidente do COB destacou que sediar "o maior campeonato mundial já realizado" demonstra a capacidade brasileira de organizar eventos esportivos de alto nível, reforçando a credibilidade do país no cenário esportivo internacional.
As declarações do presidente do COB durante a festa no Campo Olímpico de Golfe reforçam a importância estratégica do Mundial de 2025 para o esporte brasileiro.
Além das medalhas conquistadas, o evento representa um marco na consolidação do Brasil como potência na ginástica rítmica mundial e estabelece bases sólidas para futuras conquistas em competições internacionais.

Por Robson Talber @robsontalber repórter Renata Barbosa @beleza.naotemidade
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