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Tem novidade boa vindo por aí — e dessa vez é no fogão. O governo federal tá preparando um novo programa chamado “Gás para Todos”, que promete botijão de gás de cozinha de graça pra quem tá no Cadastro Único (CadÚnico). A ideia é ajudar cerca de 22 milhões de famílias de baixa renda em todo o Brasil.
O programa ainda não tem data pra começar, mas deve entrar no lugar do atual auxílio-gás, que hoje paga R$ 108 a cada dois meses pra mais de 5 milhões de famílias comprarem um botijão de 13 kg.
O presidente Lula falou sobre isso num evento no Mato Grosso:
“Quem tá no CadÚnico não vai precisar pagar mais pelo gás. Serão mais ou menos 22 milhões de famílias beneficiadas, porque o povo precisa”, disse ele.
E ele ainda reclamou do preço que a gente paga no gás:
“A Petrobras vende o botijão pras distribuidoras por R$ 37. Como é que a gente paga R$ 100 ou mais?”
A assinatura da Medida Provisória (MP) que vai oficializar o novo programa pode sair depois da viagem do Lula à França, entre os dias 4 e 9 de junho. Mas, por enquanto, a Casa Civil disse que o programa ainda está em fase de estudo.
Segundo gente de dentro do governo, o custo do novo programa deve girar em torno de R$ 5 bilhões por ano, dentro das regras fiscais.
E o que tem hoje?
Hoje, o Auxílio Gás paga um valor a cada dois meses, pra ajudar a comprar o botijão. Em abril, foram R$ 108 pra cada uma das 5,37 milhões de famílias cadastradas.
Pode receber o auxílio quem tá no CadÚnico com renda por pessoa de até meio salário mínimo. Quem recebe Bolsa Família também pode pedir. E o valor do auxílio não entra na conta da renda pra outros benefícios.
O dinheiro cai na conta digital ou bancária. Quem não tem, o governo abre uma poupança social digital automaticamente. A grana do gás fica disponível por até 120 dias pra sacar ou movimentar.
Como se cadastrar?
Quer entrar no programa? Primeiro tem que estar no CadÚnico. A inscrição é feita nos CRAS (Centros de Referência de Assistência Social) da sua cidade.
Fica de olho: se esse novo programa sair do papel, vai ser um alívio no bolso de muita gente. Afinal, botijão a preço de ouro ninguém aguenta.
Por: Arinos Monge.
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