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Em greve, categoria do Norte Fluminense faz ato público e pressiona por avanço no Acordo Coletivo de Trabalho
Macaé virou palco de protesto e recado direto. Petroleiros do Norte Fluminense foram às ruas nesta semana em um ato durante a greve da categoria, cobrando da Petrobras algo básico em qualquer negociação: proposta concreta para o Acordo Coletivo de Trabalho.
Com faixas, palavras de ordem e muita disposição, os trabalhadores deixaram claro que a paciência tem limite. A cobrança é por diálogo de verdade, não empurra-empurra. Segundo a categoria, a falta de avanço nas negociações trava direitos, gera insegurança e pesa no bolso de quem faz a engrenagem do setor girar.
O ato em Macaé reforça o peso político e econômico da região, que respira petróleo e sente rápido qualquer estremecida no setor. Quando o petroleiro para, o impacto ecoa longe.
A greve segue como instrumento de pressão, e o recado está dado: sem proposta, não tem acordo. Agora, a bola está com a Petrobras. O relógio corre e a categoria continua em estado de mobilização.
Por: Arinos Monge.
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