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A Polícia Federal prendeu Deivis Marcon Antunes, ex-chefe da Rioprevidência (RJ) por autorizar o investimento de R$970 milhões no Banco Master sem qualquer seguro contra falência.
Mesmo após alertas explícitos do Tribunal de Contas sobre o risco de perda, a gestão realizou novos aportes de R$850 milhões até a liquidação do banco pelo Banco Central em 2025.
Para evitar o colapso nos pagamentos, o Estado agora retém parcelas de empréstimos dos servidores para cobrir o prejuízo.
A Rioprevidência é responsável por garantir o pagamento de 235 mil aposentados e pensionistas do Estado do Rio de Janeiro.
A prisão ocorreu em Itatiaia (RJ), como parte da segunda fase da Operação Barco de Papel.
O nome da investigação faz referência à fragilidade dos negócios realizados pelo grupo: a suspeita é que a cúpula do órgão tenha colocado os recursos dos servidores em risco de forma deliberada.
Este é apenas mais um capítulo da crise envolvendo o Banco Master.
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