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O deputado federal Reimont (PT-RJ) se despediu da presidência da Comissão de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial (CDHMIR) da Câmara dos Deputados destacando os avanços alcançados ao longo de 2025 e reafirmando o compromisso permanente com a defesa dos direitos humanos.
Em um ano marcado pelos 30 anos da Comissão, Reimont ressaltou que direitos humanos dizem respeito à vida concreta da população. “Não são uma abstração, mas comida na mesa, água, moradia, trabalho digno, saúde, educação, justiça, cultura, paz e um meio ambiente saudável”, afirmou.
Ao longo do ano, a CDHMIR aprovou 16 projetos de lei, entre eles a criação da Política Nacional de Repatriação de Artefatos dos Povos Originários e Tradicionais, o Dia Nacional de Combate ao Racismo Ambiental e Climático, o Fundo de Apoio à Produção de Povos Indígenas, Quilombolas e Comunidades Tradicionais.
A Comissão também avançou na defesa dos direitos dos povos indígenas, quilombolas e comunidades tradicionais, no enfrentamento das emergências climáticas e do racismo ambiental, no combate ao trabalho análogo à escravidão e aos desaparecimentos forçados, além de atuar em casos de grande repercussão, como a Chacina do Alemão e da Penha, no Rio de Janeiro.
Em 2025, a CDHMIR consolidou-se como espaço permanente de escuta e participação social, realizando dezenas de audiências públicas, diligências regionais e escutas territoriais, além de participar de fóruns internacionais, como o 60º Encontro do Conselho de Direitos Humanos da ONU, em Genebra.
Outro dado importante é que a CDHMIR, em 2025, destacou-se entre as três comissões mais ativas da Câmara dos Deputados.
Ao agradecer parlamentares, equipes técnicas, servidores e movimentos sociais, Reimont afirmou que deixa a presidência com a convicção de dever cumprido. “Seguirei na luta em defesa dos direitos humanos enquanto houver injustiça e violação de direitos no Brasil”, concluiu.
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