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Eduardo Bolsonaro quer trabalhar de casa... dos EUA! Deputado pede para exercer mandato remoto enquanto fica do outro lado do mundo
Gente, vocês já pensaram em pedir para o chefe trabalhar de casa... de outro país? Pois é exatamente isso que Eduardo Bolsonaro está fazendo! O deputado federal mandou uma cartinha para Hugo Motta, presidente da Câmara, pedindo para exercer o mandato remotamente direto dos Estados Unidos. Como diria minha avó: "quem não tem cão, caça com gato... ou com Zoom!"
O pedido que fez todo mundo levantar a sobrancelha
Desde o fim de fevereiro, Eduardo está curtindo o "american way of life" e agora quer que a Câmara crie um jeitinho brasileiro para ele trabalhar de lá mesmo. No ofício, ele compara sua situação com a pandemia, dizendo que o risco de "perseguição política" é maior que o de pegar Covid. Cara, se fosse assim, metade do Congresso estaria trabalhando da lua!
O deputado argumenta que está sendo perseguido politicamente no Brasil e que por isso precisa ficar nos EUA. Como diz o ditado: "quem tem telhado de vidro não atira pedra no do vizinho", mas parece que alguns preferem mudar de endereço mesmo.
Hugo Motta não está comprando essa ideia
O presidente da Câmara, Hugo Motta, está mais resistente que tampa de vidro de azeitona. Ele já deixou claro que vai tratar Eduardo como qualquer outro deputado e seguir o regimento à risca. Afinal, como dizem por aí: "para bom entendedor, meia palavra basta", e parece que a mensagem foi bem clara.
As tentativas de mudar o regimento para permitir mandatos remotos não saíram do papel. É como tentar empurrar elefante escada acima - teoricamente possível, mas na prática...
Entre tarifas e indiciamentos
Enquanto isso, Eduardo tem se reunido com autoridades americanas e é apontado como um dos responsáveis pela pressão de Trump sobre o Brasil através de tarifas. A Polícia Federal indiciou tanto ele quanto o pai por tentativa de influenciar processos jurídicos. Como diz o povo: "quem semeia vento, colhe tempestade", e parece que a meteorologia não está favorável.
No ofício para Motta, Eduardo afirma que sua permanência nos EUA foi "forçada" devido a rumores sobre possível apreensão do passaporte. É aquela história: "melhor prevenir que remediar", né?
Participação remota já está rolando
Mesmo estando fisicamente ausente, Eduardo participou de uma audiência da Comissão de Segurança Pública na quarta-feira passada, defendendo o perdão aos condenados pelos ataques de 8 de janeiro. Participou por videoconferência, claro - tecnologia é uma maravilha mesmo!
Durante sua fala, criticou o ministro Alexandre de Moraes e reiterou que "inventaram" um crime contra ele. Como diria minha tia: "santo de casa não faz milagre", mas parece que alguns preferem tentar fazer milagre de longe.
"Não renuncio, não abdico, não reconheço"
No documento enviado a Hugo Motta, Eduardo foi categórico: não vai renunciar ao mandato e continuará exercendo as funções parlamentares de onde estiver. Disse que não reconhece falta alguma e que segue "em pleno exercício" das funções. É como diz o ditado: "quem não deve, não teme", mas às vezes a distância ajuda na coragem, né?
O deputado enfatizou que não abrirá mão das prerrogativas constitucionais e que continuará representando quem votou nele. Afinal, como diz o povo: "promessa é dívida", mesmo que seja paga em dólar!
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