Submarino Humaitá realiza exercício com fragata francesa no Rio em meio à crescente pressão global e movimentações na corrida armamentista

Operação conjunta no litoral do Rio mobiliza submarino de última geração, fragatas, helicópteros e blindados em cenário estratégico de cooperação militar internacional

Submarino Humaitá realiza exercício com fragata francesa no Rio em meio à crescente pressão global e movimentações na corrida armamentista

Além da fragata Aconit, a Marinha Nacional da França também mobilizou o porta-helicópteros anfíbio Dixmude (L9015) e o navio de apoio logístico Jacques Stosskopf (A726), ampliando a capacidade operacional da força-tarefa no exercício conjunto.

Marinha do Brasil realizou um exercício combinado com a Marinha Nacional da França, em 22 de abril, ao sul da Baía de Guanabara (RJ), envolvendo o Submarino Humaitá (S-41) e a Fragata Aconit (F703), em uma operação que reforça o nível de preparo e interoperabilidade entre as forças navais.

A informação foi divulgada pelo site Defesa Aérea & Naval, conforme dados publicados sobre a operação conjunta realizada em águas brasileiras.

O treinamento ocorreu em um momento de crescente pressão global e movimentações associadas à corrida armamentista, o que amplia a relevância estratégica de exercícios multinacionais. Nesse sentido, a integração entre Brasil e França ganha destaque como um dos pilares de cooperação em defesa no cenário internacional.

Missão Jeanne D’Arc amplia integração entre forças navais

O exercício foi conduzido no contexto da Missão Jeanne D’Arc, realizada na área marítima entre a cidade do Rio de Janeiro e a Baía de Sepetiba. Essa missão tem como principal objetivo manter o alto nível de adestramento das forças envolvidas, além de fortalecer laços operacionais e diplomáticos entre as duas marinhas.

Além disso, a operação evidencia o papel do Brasil como ator relevante no Atlântico Sul, especialmente ao operar ao lado de uma potência militar europeia com forte tradição naval.

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Força-tarefa reuniu múltiplos meios navais, aéreos e terrestres

Além do Submarino Humaitá, participaram do exercício diversos meios da Marinha do Brasil, incluindo:

Também foram empregados meios aéreos de alta capacidade operacional:

  • Helicópteros UH-12 Esquilo, do 1º Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (HU-1)
  • AH-11B Super Lynx, do 1º Esquadrão de Helicópteros de Esclarecimento e Ataque (HA-1)
  • SH-16 Seahawk, do 1º Esquadrão de Helicópteros Antissubmarino (HS-1)

Por outro lado, a operação também contou com meios dos Fuzileiros Navais, incluindo Carros Lagarta Anfíbio, viaturas blindadas e obuseiros, ampliando a complexidade e o realismo do treinamento.

França participa com navios de alto valor estratégico

Pela Marinha Nacional da França, além da Fragata Aconit (F703), participaram o Porta-Helicópteros Anfíbio Dixmude (L9015) e o navio de apoio logístico Jacques Stosskopf (A726), compondo uma força significativa de projeção de poder.

Nesse sentido, a presença desses meios reforça a capacidade de resposta conjunta em cenários complexos, incluindo operações anfíbias, guerra antissubmarino e apoio logístico em larga escala.

Cooperação internacional reforça preparo e presença estratégica no Atlântico Sul

Portanto, a Missão Jeanne D’Arc não apenas contribui para o aprimoramento técnico das tripulações, como também fortalece a cooperação militar entre Brasil e França, consolidando uma parceria estratégica de longo prazo.

Além disso, em um cenário global cada vez mais dinâmico, operações como essa ampliam a capacidade de resposta das forças envolvidas, elevando o nível de prontidão diante de possíveis desafios no ambiente marítimo.

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Por Ultima Hora em 26/04/2026
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