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O tradicional Circo Vostok abriu suas portas para um espetáculo diferente: um espetáculo de inclusão. Em parceria com o Dr. Renato de Paula, fisioterapeuta com doutorado no Imperial College London, referência internacional em neurociência e inclusão, o circo recebeu mais de mil pessoas, entre elas autistas, pessoas com deficiência, indivíduos dentro da neurodivergência, pessoas com doenças raras e seus familiares.
Em dias marcados pela emoção, as dores deram lugar aos sorrisos e a carência se transformou em aplausos e gargalhadas potentes. Para muitos, foi a primeira vez dentro de um circo.
O sonho realizado
“Esse é o meu propósito de vida: cuidar de gente. Eu uso a fisioterapia, eu uso a política, eu uso a neurociência e uso a inclusão como ferramentas para a minha missão divina de cuidar de pessoas. Estou muito feliz. Um dos dias mais felizes da minha vida é ver esse circo cheio de pessoas felizes”, declarou emocionado o Dr. Renato de Paula.
Emoção também no picadeiro
O diretor do circo, Fábio Vostok, destacou a importância da iniciativa:
“Seres humanos como o Dr. Renato de Paula precisam ser multiplicados, porque só assim mais pessoas terão acesso a dias e noites de alegria como presenciamos aqui. Foi emocionante ver o picadeiro se transformar em um espaço de igualdade e felicidade.”
Apoio das instituições
A ação contou com a participação de importantes ONGs e instituições de apoio a pessoas com deficiência, que levaram famílias inteiras para a experiência inesquecível:
• Voa Down (Caxias)
• Escola Shalom Inclusiva (Irajá)
• Instituto Anne Frank (Tijuca)
• ONG One by One (Barra da Tijuca)
• Instituto Crescer (Caxias)
• Autistas Rubro-Negro
• APAE (Campo Grande / Tijuca)
• Igreja Batista Atitude
Inclusão como rotina
O evento simboliza mais do que uma noite no circo: é um marco de inclusão cultural e social, mostrando que pessoas com deficiência e seus familiares têm o direito de vivenciar momentos de lazer com dignidade.
Para o Dr. Renato, esta é apenas uma de muitas iniciativas que ainda virão:
“O que vivemos aqui deve se tornar rotina. A diversão também é um direito e faz parte da saúde integral.”
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