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Para Vitor Duque, presidente da entidade, antigo diretor jurídico firmou entre 2024 e 2026, contratos com 26 escritórios de advocacia com dispensa de licitação no valor de R$ 66,5 milhões
"A saída do diretor jurídico da Cedae Diego Mentor de Mattos Rocha, vai trazer a tona a verdade sobre os contratos fechados sem licitação com 26 escritórios de advocacia durante sua gestão, além de saber o que motivou o diretor financeiro da estatal, Antônio Carlos dos Santos, a investir R$ 200 milhões no Banco Master, causando um prejuízo milionário para estatal. Esse valor poderia estar sendo revertido para população através de investimentos na área de saneamento".
É com essa posição que o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Saneamento Básico do Estado do Rio de Janeiro (SINTSAMA), Vitor Duque, avalia favoravelmente as mudanças feitas pelo atual presidente da Cedae o procurador do Estado Rafael Rolim sob o crivo do governador, desembargador Ricardo Couto na estatal, que deverá trazer bons resultados para a empresa, para os trabalhadores e a população.
- Mais um diretor da antiga gestão do ex-governador Cláudio Castro que cai. E não era um diretor qualquer, já que Diego Mentor era o responsável por dar embasamento jurídico para as dispensas de licitações, bem como para outras dezenas de contratos que estão passando por auditoria e investigação. Não consigo entender como conseguia justificar o que era injustificável, como por exemplo o Investimento dos R$ 200 milhões no Master, um banco envolvido em pesadíssimos esquemas de corrupção, além de 26 contratos sem licitação com escritórios de advocacia entre 2024 e 2026 sem licitação, que somaram um total de R$ 66,5 milhões nesse período. É preciso que haja transparência e se evite que o dinheiro da empresa continue escorrendo pelo ralo. Por isso é de suma importância a realização o mais breve possível dessas investigações e auditorias, para que os verdadeiros culpados sejam punidos - afirmou.
Vitor disse ainda que espera que a faxina que vem sendo promovida pelo governador interino seja aplicada profundamente na estatal, pois os funcionários concursados que fazem parte do quadro da empresa, assim como ele, prezam para que o nome da Cedae fique longe de escândalos de corrupção, e que ela seja apenas uma empresa eficiente que preste um serviço digno para os consumidores e preze pelos seus funcionários.
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