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Marcelo Antonio Siqueira Martan apresenta propostas legislativas do senador para combate à criminalidade em evento internacional que reúne autoridades brasileiras e estrangeiras

O Rio de Janeiro sediou de terça a quinta-feira (5 a 7 de maio) o 1º Congresso Internacional de Segurança Pública e Direitos Humanos, evento que trouxe à capital fluminense autoridades de segurança nacionais e internacionais para debater políticas de combate ao crime em escala global. Marcelo Antonio Siqueira Martan, assessor legislativo do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), pré-candidato à Presidência da República, reafirmou a centralidade da segurança pública na agenda presidencial para 2026. A participação de Martan sinalizou que o tema da segurança seguirá como prioridade estratégica na campanha de Bolsonaro, particularmente diante de pesquisas que apontam segurança como a maior preocupação da população brasileira.
Martan descreveu sua experiência trabalhando ao lado de Flávio Bolsonaro como "grande honra e grande desafio", destacando a capacidade técnica e política do senador na articulação de pautas legislativas de segurança.
Segundo o assessor, o trabalho desenvolvido pelo parlamentar como presidente da Comissão de Segurança Pública do Senado Federal pode ser mensurado através das pautas legislativas discutidas em reuniões deliberativas realizadas regularmente às terças-feiras às 11 horas no Senado. Essa estrutura institucional oferece transparência sobre prioridades legislativas do senador e permite que eleitores acompanhem sua atuação de forma pública e verificável.
A atuação parlamentar como base da campanha presidencial
Martan ressaltou que os trabalhos liderados por Flávio Bolsonaro na Comissão de Segurança do Senado refletem uma abordagem que transcende vieses partidários, focando "nos anseios voltados à sociedade brasileira".
Essa narrativa busca construir legitimidade ao argumentar que as propostas de segurança emanam de demandas populares amplas, não apenas de orientações ideológicas específicas.
O assessor enfatizou particularmente duas diretrizes da agenda de segurança: o endurecimento das penas para crimes violentos e a responsabilização adequada de agentes de segurança pública.
A ênfase em "altivez" e "responsabilidade" no tratamento de agentes de segurança, segundo Martan, reflete o entendimento de que profissionais da segurança que atuam "na ponta final" devem ser tratados com "responsabilidade necessária que exige essa pauta".
Essa posição indica um esforço para equilibrar demandas por endurecimento penal com reconhecimento institucional dos desafios enfrentados por policiais e agentes penitenciários no dia a dia operacional.
Segurança pública como fiel da balança eleitoral em 2026
Martan identificou explicitamente a segurança pública como potencial "fiel da balança" nas eleições presidenciais de 2026, particularmente em cenário de segundo turno. Essa avaliação alinha-se com dados consolidados de pesquisas de opinião que consistentemente posicionam segurança como a primeira preocupação da população brasileira.
A relevância eleitoral da pauta justifica o investimento estratégico que candidatos presidenciais fazem na definição clara de posições sobre políticas de segurança.
A relevância eleitoral da pauta explica por que tanto o Palácio do Planalto quanto candidatos de oposição mobilizam recursos significativos para demonstração de competência em segurança pública.
Em um cenário de segundo turno, onde margem de votos pode ser reduzida, temas como criminalidade violenta, política penal e respeito à ordem constituem diferencial determinante para decisão de voto.
Continuidade com administrações anteriores em segurança
Quando indagado sobre propostas específicas de Flávio Bolsonaro para segurança pública caso eleito, Martan citou estrategicamente o histórico da administração anterior. Segundo o assessor, um nome indicado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro tornou-se "um dos mais ativos nessa área", sugerindo que a continuidade entre agendas de segurança do passado e as propostas futuras do senador produziria resultados práticos.
Essa referência busca associar a candidatura de Flávio Bolsonaro a realizações concretas em segurança pública durante o período 2019-2022.
A estratégia de demonstração institucional através de trabalho parlamentar verificável contrasta com promessas genéricas sobre "segurança" frequentemente feitas em campanhas eleitorais.
Ao ancorar propostas em iniciativas legislativas discutidas em comissão e abertas ao acompanhamento público, Bolsonaro busca conferir credibilidade diferenciada através de demonstração de expertise institucional e permanência em cargo legislativo.
Aprendizado contínuo com figura de liderança
Martan descreveu Flávio Bolsonaro como "pessoa de trato muito bom", "muito capacitada" e "sempre acessível" tanto à sociedade geral quanto a autoridades e sua própria assessoria.
Essas qualificações, embora frequentes em descrições de figuras públicas por assessores, visam humanizar o candidato presidencial e criar percepção de que ele combinaria competência técnica com capacidade de diálogo colaborativo.
O assessor enfatizou particularmente que trabalhar próximo ao senador constitui "escola", pela oportunidade de aprendizado contínuo através da observação de sua "capacidade técnica e também política nas articulações".
Essa descrição sugere estrutura de funcionamento baseada em hierarquia clara onde assessores absorvem conhecimento através de proximidade com figura principal de liderança.
Para público eleitoral, essa narrativa busca transmitir que Bolsonaro cultiva ao seu redor equipes de profissionais capacitados e motivados, reforçando percepção de que estaria cercado de técnicos qualificados em eventuais funções executivas.
Contexto do congresso internacional no Rio de Janeiro
O 1º Congresso Internacional de Segurança Pública e Direitos Humanos reuniu não apenas autoridades brasileiras mas também representantes estrangeiros, sinalizando busca por integração de perspectivas internacionais sobre segurança pública.
A escolha do Rio de Janeiro como sede adquire significância considerando que o estado historicamente enfrenta desafios agudos de violência urbana, criminalidade organizada e conflitos entre facções criminosas.
A presença simultânea de "direitos humanos" na pauta do evento abre espaço para diálogos sobre como equilibrar medidas rigorosas de segurança com proteção de direitos fundamentais.
Martan mencionou que o congresso teve "desdobramentos iniciados" por "Deputado General Pazuello", sugerindo influência de setores ligados à segurança com histórico militar ou relacionado a forças de ordem.
Essa dimensão reflete tendência observada em eventos de segurança pública de congregarem perspectivas de profissionais vinculados historicamente a abordagens mais ortodoxas de combate ao crime.
Prioridades legislativas e agenda imediata
A participação de Martan no congresso internacional reafirmou que segurança pública permanecerá como prioridade central na agenda legislativa de Flávio Bolsonaro durante processo eleitoral de 2026.
A apresentação das propostas legislativas em contexto internacional amplifica visibilidade da agenda e busca conferir legitimidade através de diálogo com autoridades estrangeiras que enfrentam desafios similares de segurança em seus países.

Repórter Ralph Lichotti - Advogado e Jornalista, Editor do Ultima Hora Online e Jornal da República, Foi Sócio Diretor do Jornal O Fluminense e acionista majoritário do Tribuna da Imprensa, Secretário Geral da Associação Nacional, Internacional de Imprensa - ANI, Ex- Secretário Municipal de Receita de Itaperuna-RJ, Ex-Presidente da Comissão de Sindicância e Conselheiro da Associação Brasileira de Imprensa - ABI - MTb 31.335/RJ
Por Robson Talber @robsontalber
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Fontes: 1º Congresso Internacional de Segurança Pública e Direitos Humanos (Rio de Janeiro, 5-7 de maio de 2026) | Senado Federal — Comissão de Segurança Pública | Assessoria de Imprensa do Senador Flávio Bolsonaro | Pesquisas de opinião pública sobre preocupações da população brasileira | Órgãos de segurança pública federais e estaduais
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