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As imagens da cerimônia chamaram atenção pela riqueza dos elementos visuais, vestimentas e símbolos presentes na celebração. Em uma das publicações, a mensagem “Maria Padilha é pra quem tem fé!” sintetizou o caráter religioso e a devoção que marcaram o encontro.
O registro também repercutiu nas redes sociais, reunindo centenas de interações e compartilhamentos. As fotografias foram produzidas pela Loci Records, responsável por documentar momentos da celebração.
Cultuada em diferentes tradições de religiões afro-brasileiras, Maria Padilha está associada, em muitos contextos religiosos, à força, proteção, caminhos, autonomia e enfrentamento das dificuldades. Suas manifestações e formas de culto variam conforme cada casa e tradição.
A celebração no Alto de Logún Edé reforça a importância da preservação da memória, da liberdade religiosa e da visibilidade das manifestações de fé de matriz africana, que seguem ocupando espaços também no ambiente digital por meio da fotografia e das redes sociais.
Por Maicon Salles
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