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"Caldo entornou": Poder dos Reis assusta até os Bolsonaro no Rio
Gente, vocês conhecem aquela expressão "quando o caldo entorna"? Pois é, parece que no Rio de Janeiro o caldo não só entornou como virou um verdadeiro tsunami político! A família Reis mostrou que tem um poder de fogo que até os Bolsonaro respeitam, e olha que isso não é pouca coisa.
Como diria minha avó: "cachorro que late não morde, mas cachorro que não late..." - e Washington Reis claramente é do tipo que não late, mas quando morde, todo mundo sente. O senador Flávio Bolsonaro teve que entrar em campo pessoalmente para resolver o impasse que virou uma verdadeira novela mexicana entre o governador Cláudio Castro, o presidente da Alerj Rodrigo Bacellar e o agora ex-secretário de Transportes Washington Reis.
É aquela história: "em briga de marido e mulher, ninguém mete a colher", mas quando a família Bolsonaro mete, é porque a coisa está realmente feia!
A situação ficou tão tensa que Flávio Bolsonaro pediu diretamente a Cláudio Castro para que revogue a exoneração de Washington Reis. E não parou por aí: ainda avisou a Bacellar sobre o pedido, numa clara demonstração de que quando os Bolsonaro falam, todo mundo escuta.
Como diz o ditado, "quem tem padrinho não morre pagão", e Washington Reis acabou de ganhar o padrinho mais poderoso do PL.
O senador também pediu a Castro para mediar um entendimento com Bacellar, porque como ele mesmo disse: "me parece a decisão mais madura neste momento". É aquela velha máxima: "a união faz a força", e Flávio está tentando unir todo mundo antes que a coisa desande de vez. Imaginem só: um Bolsonaro pedindo diálogo e maturidade política - os tempos realmente mudaram!
O mais interessante é que esta foi a primeira "intromissão" mais incisiva da família Bolsonaro no caso. Até então, o clã vinha se mantendo distante da polêmica, como quem não quer nada com a confusão.
Com plenos poderes no PL, os Bolsonaro sabem que todos os envolvidos dependem do apoio deles para galgar suas ambições políticas.
É aquela história: "quem manda na festa é quem paga a música", e no PL fluminense, quem paga a música são os Bolsonaro. Até o momento, eles acenam com apoio a Bacellar, mas Washington Reis corre por fora e acena com uma candidatura na mesma raia, caso consiga reverter sua inelegibilidade. Como diria um comentarista esportivo: "o jogo está aberto e qualquer coisa pode acontecer!"
A exoneração de Washington Reis escancarou um racha que já vinha se formando há tempos entre o grupo de Cláudio Castro e Bacellar. Reis vinha sendo alvo de críticas por não aderir completamente à candidatura de Bacellar e manter vínculos com o prefeito Eduardo Paes.
A gota d'água foi quando Paes publicou nas redes sociais um vídeo ao lado de Washington e de seu irmão, o deputado Rosenverg Reis, elogiando a atuação dos dois em um projeto social. No meio político fluminense, o gesto foi lido como uma provocação clara. Como diz aquele ditado: "uma imagem vale mais que mil palavras", e aquele vídeo falou muito alto no cenário político carioca.
O governador Cláudio Castro confirmou o pedido de Flávio Bolsonaro para que tome a iniciativa em comum acordo com Bacellar. Agora todo mundo fica na expectativa para ver se o "jeitinho brasileiro" vai funcionar mais uma vez. Como sempre digo: "política é a arte do possível", e no Rio de Janeiro, tudo é possível quando se tem o apoio certo. A família Reis mostrou que não é para brincadeira e que tem influência suficiente para mobilizar até os Bolsonaro.
Washington pode voltar ao cargo se tudo der certo, e Bacellar terá que engolir o orgulho em nome da unidade partidária. Como diria meu avô: "política é como futebol - hoje você perde, amanhã você ganha, mas o importante é continuar jogando". E pelo visto, todos os envolvidos querem continuar no jogo político fluminense!
Com informações Agenda do Poder
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