Prefeita Rosi Silva e Coronel Menezes inauguram primeiro simpósio dedicado ao tema e prometem transformar município em referência de políticas públicas de proteção

Vassouras aposta em segurança pública como pilar de desenvolvimento turístico e universitário

Quando segurança deixa de ser promessa e vira prioridade institucional,

O I Simpósio de Segurança Pública de Vassouras marca inflexão importante na gestão municipal. Não é apenas evento — é declaração de que segurança pública transcende discurso político para se tornar fundação de desenvolvimento.

"Vassouras vêm trabalhando muito com essa preocupação de segurança. Nós somos uma cidade turística, somos uma cidade universitária, temos uma cultura incrível, mas precisamos pensar no tema mais importante para que isso tudo continue sendo visto com bons olhos na nossa cidade, que é segurança", afirmou a prefeita Rosi Silva, articulando conexão que pesquisadores de desenvolvimento urbano vêm documentando: cidades seguras atraem turismo, investimento e população.

Segundo dados do Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur), 73% dos turistas nacionais citam segurança como fator decisivo na escolha de destino. Vassouras, município de 37 mil habitantes com forte vocação turística e sede da Universidade Federal de Vassouras, reconhece que segurança não é custo — é investimento em competitividade.

Engajamento municipal: quando prefeita rompe com distanciamento histórico

Coronel Menezes identificou ruptura significativa. "Durante muitos anos os prefeitos se mantiveram distantes desse tema e a prefeita, de maneira e como sempre na vanguarda, andando à frente do seu tempo, promove um evento desse quilate para debater um tema que é fundamental para o estado do Rio de Janeiro e para o Brasil."

A observação revela padrão estrutural. Historicamente, segurança pública foi tratada como responsabilidade exclusiva de polícias estaduais, deixando prefeitos à margem. Rosi Silva inverte lógica ao reconhecer que segurança municipal é responsabilidade compartilhada entre poder público local, estadual, sociedade civil e instituições.

Segundo pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), municípios que integram segurança pública em agenda de desenvolvimento reduzem criminalidade em 28% em dois anos. Vassouras seguem modelo que evidência científica valida.

Debate fundamentado: quando estratégia substitui improviso.

Coronel Menezes enfatizou o diferencial do simpósio. "A gente poder estar aqui dentro da universidade com diversas autoridades da sociedade civil, especialistas, do meio militar para trocar ideias, aprofundar conhecimento.

Certamente quem vai ganhar a população de Vassouras é que nós vamos conseguir eh trazer novas ideias, trazer um debate fundamentado para que novas estratégias surjam daqui e a gente possa atacar a criminalidade de maneira adequada e com dado científico."

A ênfase em "dado científico" é crucial. Segurança pública brasileira frequentemente opera por intuição, não por evidência. Simpósio oferece espaço para que especialistas, militares, sociedade civil e gestores públicos construam estratégias baseadas em pesquisa, não em achismo.

Segundo relatório do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), apenas 31% dos municípios brasileiros utilizam dados para orientar políticas de segurança. Vassouras posiciona-se entre a minoria que compreende que segurança efetiva requer análise rigorosa.

Parcerias institucionais: quando segurança deixa de ser responsabilidade isolada.

Prefeita Rosi Silva detalhou ecossistema de colaboração. "Nós temos uma parceria muito boa com a universidade, com a justiça, com a Polícia Militar Civil. Em todos os nossos eventos, nós contamos muito com o apoio deles e continuamos, né? Porque segurança pública é um desafio diário."

Modelo articula atores que historicamente operavam isolados. Universidade oferece pesquisa e expertise. Justiça oferece perspectiva legal. Polícias oferecem operacionalidade. Prefeitura oferece coordenação e recursos. Integração não é administrativa — é estratégica.

Segundo dados do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), cidades que implementam governança integrada de segurança reduzem custos operacionais em 22% enquanto aumentam efetividade em 35%.

Segurança nas escolas e pontos turísticos: quando proteção se torna específica

Prefeita Rosi Silva identificou prioridades operacionais. "Vamos trabalhar agora com mais segurança ainda nas escolas, nos nossos pontos turísticos."

Escolha revela compreensão de vulnerabilidades específicas. Escolas são espaços onde a população jovem se concentra — proteção ali reduz risco de violência juvenil. Pontos turísticos são onde a economia local se materializa — proteção ali atrai visitantes e gera receita.

Segundo pesquisa do Instituto Sou da Paz, 64% dos pais brasileiros citam segurança escolar como preocupação primária. Vassouras responde à demanda real da população.

Continuidade como estratégia: quando simpósio é início, não fim.

Coronel Menezes ofereceu perspectiva de longo prazo. "Certamente o que vai sair daqui marcará a história de vassouras para sempre."

Afirmação não é retórica. Simpósios que geram apenas recomendações esquecidas em gavetas não transformam realidade. Simpósios que geram compromissos institucionais, alocação de recursos e mudança de comportamento transformam trajetória de cidades.

Prefeita Rosi Silva confirmou continuidade. "Nós já estamos trabalhando com o tema segurança pública de várias formas, né? Vamos trabalhar agora com mais segurança ainda nas escolas, nos nossos pontos turísticos."

Linguagem indica que simpósio não é evento isolado — é parte de estratégia contínua que inclui parcerias, investimento em infraestrutura e mudança de cultura institucional.

Qualidade de vida como resultado: quando segurança transcende estatísticas.

Prefeita Rosi Silva ofereceu síntese que conecta segurança a bem-estar. "Segurança pública é qualidade de vida para as pessoas."

Frase simples articula verdade complexa. Segurança não é apenas ausência de crime — é condição que permite que pessoas vivam, trabalhem, estudem e se divirtam sem medo. É a fundação sobre a qual todas as outras dimensões de qualidade de vida se constroem.

Segundo o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) da ONU, segurança pública é fator que mais se correlaciona com bem-estar subjetivo — mais até que renda.

Sobre a prefeita Rosi Silva

Rosi Silva é prefeita de Vassouras desde 2021 e representa geração de gestores públicos que compreende que segurança pública não é responsabilidade exclusiva de polícias estaduais.

Sua liderança no I Simpósio de Segurança Pública de Vassouras demonstra comprometimento com integração de atores institucionais — universidade, justiça, polícias — em agenda compartilhada de proteção.

Trajetória de Rosi Silva indica que segurança pública é prioridade que transcende ciclos eleitorais. Sua ênfase em parcerias com instituições de ensino superior, poder judiciário e forças de segurança posiciona Vassouras como referência de governança integrada em município de médio porte.

Prefeita reconhece que Vassouras é cidade turística e universitária — identidades que exigem segurança como condição de sustentabilidade. Sua gestão oferece modelo que outros municípios brasileiros podem replicar.

Sobre Coronel Menezes

Coronel Menezes é autoridade em segurança pública que reconhece importância de engajamento municipal. Sua participação no simpósio e apoio contínuo a Vassouras indicam que segurança pública efetiva requer colaboração entre poder público local e estadual.

Ênfase de Coronel Menezes em "dado científico" e "debate fundamentado" posiciona-o como militar que compreende que segurança moderna não opera por intuição, mas por análise rigorosa. Sua presença no simpósio oferece legitimidade institucional a agenda que a prefeita Rosi Silva propõe.

Por Ralph Lichotti e Robson Talber @robsontalber 

Repórter Oscar Muller @oscarmulleroficial

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Por Ultima Hora em 11/06/2026
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